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segunda-feira, 23 de julho de 2012

(MERCADO) “É uma grande honra e prazer jogar pelo Sollys/Nes​tlé”, diz Dani Suco

Dani Suco chegou animada ao Solly/Nestlé (Foto: Rafael Zito/Divulgação)

A jogadora Daniele Cristine Marcelo de Oliveira vestirá a camisa do Sollys/Nestlé na temporada 2012/13. A atleta é mais conhecida no mundo do voleibol como Dani Suco, um apelido que recebeu no começo de sua carreira quando atuava em Suzano. Natural de São Paulo, a meio-de-rede de 25 anos chega para disputar posição com as titulares Thaisa e Adenízia, que estão, neste momento, no grupo que representa o Brasil nos Jogos Olímpicos de Londres-2012. Tanto Adenízia quanto Thaisa foram as titulares nos dois títulos do Sollys/Nestlé na Superliga (2009/10 e 2011/12). Ciente do desafio, Dani se mostra confiante e garante motivação para brigar pelo seu espaço no clube.

“É uma grande honra e prazer jogar pelo Sollys/Nestlé. Além de ser um dos maiores times que temos aqui no Brasil, é o atual campeão e estou muito feliz de estar aqui e de ter firmado este contrato”, declarou a atleta, que se dedica bastante neste período inicial de treinos para estar em suas melhores condições quando as atuais titulares retornarem. “Esta fase é primordial porque me dará sustentação e base para poder brigar de igual para igual por uma posição quando elas chegarem (Thaisa e Adenízia). Eu em boa forma também ajudará ao clube porque o Luizomar irá perceber que terá três centrais em condições de brigar por uma vaga. O meu objetivo é conquistar meu espaço e tentar da melhor maneira conquistar meu lugar”, completou.

Esta será a primeira vez que Dani Suco trabalhará com o técnico Luizomar de Moura. A meio-de-rede diz que escutou alguns elogios sobre a forma de trabalhar do treinador e está ansiosa para ser comandada pelo tricampeão da Superliga. “Nunca trabalhei com ele. Será a primeira vez. Estou confiante, feliz e com boas expectativas. Ele é um grande treinador e todas as minhas amigas que passaram por aqui só fizeram comentários elogiosos ao Luizomar. Acredito que vai ser muito bom para todo mundo, principalmente pra mim, que estou muito confiante”, garantiu a central.

Na temporada passada, Dani Suco vestiu a camisa do Usiminas/Minas. Além do clube mineiro, ela atuou pela Unilever, quando ganhou o título da Superliga na temporada 2010/11, pelo Pinheiros e também pelo Suzano. Foi na equipe do interior de São Paulo que Dani recebeu o apelido que carrega até hoje. A jogadora lida bem com a situação e explica a origem desta denominação que lhe foi dada. “Esse apelido vem da época em que eu jogava no Suzano. Naquele período tínhamos um refeitório dentro do ginásio e almoçávamos e jantávamos lá. Eu gosto de almoçar e jantar com suco, mas lá no ginásio só tinha água. Então, eu ia e comprava um suco antes de comer e até hoje ficou esse apelido. Isso já faz uns oito ou nove anos e eu gosto do Dani Suco”, disse a jogadora.

Apesar de ainda ser jovem, Dani tem certa experiência no vôlei, sendo que, já conquistou uma Superliga e foi vice-campeã uma vez. Após o término da temporada passada, a atleta entrou de férias e revelou que foi surpreendida com o interesse do Sollys. “Na verdade foi uma surpresa para mim. Eu estava de férias no Rio de Janeiro quando a Ana Flávia (empresária da atleta) me ligou informando do interesse do Sollys/Nestlé. Fiquei totalmente surpresa e feliz, tanto que fechamos o contrato em algumas horas de conversa. Eu fiquei muito contente e sei que a oportunidade que terei aqui será de ouro. Este será um ano no qual terei bastante oportunidade para jogar e espero corresponder às expectativas”, finalizou.

Divulgação

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

(PRÉ-TEMPORADA) Dani Oliveira comemora volta aos treinos na Unilever

Dani passou por uma cirurgia para a resconstituição do tendão de aquiles há 6 meses

Pular corda, dar pequenos saltos, se deslocar com desenvoltura sobre cones, tudo é motivo de alegria para a meio-de-rede Dani Oliveira, da equipe de vôlei da Unilever, que há cerca de seis meses passou por uma bem-sucedida cirurgia para restaurar o tendão de Aquiles do pé esquerdo. Recuperada, a jogadora se prepara para dar início, nos próximos dias, aos movimentos de ataque e bloqueio.

"A Dani apresenta um déficit de 40% de força na perna esquerda em relação à direita. Mas já consegue se equilibrar na ponta do pé da perna operada, o que lhe dá a segurança necessária para começar a atacar e bloquear", explica o preparador físico Marco Antônio Jardim. "Se tudo correr bem, em um mês ela deve estar pronta para treinar com o mesmo volume e intensidade do restante do grupo."

Dani Oliveira se machucou no dia 6 de fevereiro, em um jogo contra o Osasco válido pelo turno da Superliga. A jogadora, de 23 anos, que estava em quadra substituindo a meio-de-rede titular Carol Gattaz, contundida, torceu o pé esquerdo quando descia de um bloqueio. Teve de passar por cirurgia e foi operada pelo médico Ney Pecegueiro.

Triste com a necessidade da segunda cirurgia na carreira (operou o joelho esquerdo em 2008), a jogadora lembra que viveu momentos de fragilidade. "Eu perguntava a razão de ter de passar por aquele problema justamente num período em que o time precisava de mim", conta Dani. "Mas, aos poucos, fui compreendendo que tinha de passar por aquela situação, que serviu como um importante aprendizado. Deus sabe de todas as coisas, não tenho dúvidas."
Dani conta que recebeu muito carinho e apoio de todas as jogadoras e comissão técnica da equipe da Unilever, além de seus familiares. "Uma de minhas preocupações era me manter dentro do peso e, com a ajuda da Isabella Toledo, nutricionista do time, consegui", diz.

O assistente-técnico Ricardo Tabach conta que Dani mostrou estar envolvida e comprometida com sua recuperação durante os últimos seis meses. "Isso fez toda a diferença para a sua volta dentro do prazo esperado. No dia a dia, ela procurou, apesar das limitações, estar sempre com o grupo, incentivando as companheiras. Estamos muito felizes em acompanhar o sucesso de sua evolução. Certamente, em breve, poderemos ver a Dani novamente em ação."

Dani, que começou no Círculo Militar, em 2001, e já atuou no Suzano e Pinheiros, clubes de São Paulo, sempre quis jogar na Unilever em razão da boa estrutura oferecida pela equipe. Uma vontade que a fez sair, pela primeira vez, de perto de sua família e dividir um apartamento com as colegas de time, no bairro do Flamengo, zona sul do Rio.

Divulgação