Páginas

Mostrando postagens com marcador MUNDIAL FEMININO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador MUNDIAL FEMININO. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

(MUNDIAL) Craques da seleção elogiam Gamova, mas acreditam que gigante russa não teria chance contra os homens

A gigante Gamova marcou 35 pontos na final do Mundial

A excelente atuação da oposto Gamova, decisiva na vitória da Rússia sobre o Brasil na final do Campeonato Mundial disputado no Japão, fez com que muita gente se perguntasse o que aconteceria se a gigante de 2,02m jogasse contra um time de homens.

Para buscar uma resposta para a interessante questão, o jornalista Daniel Bortoletto, que assina a coluna semanal “Saque”, do Lance, procurou a equipe da 7mais7 Sports para saber a opinião de seus quatro atletas que foram titulares da seleção na conquista do Mundial Masculino, realizado entre setembro e outubro na Itália.

O levantador Bruninho, o oposto Leandro Vissotto e os centrais Rodrigão e Lucão elogiaram Gamova, mas disseram que ela não faria muito sucesso se tivesse como adversário um time que não fosse formado unicamente por mulheres.

Confira a opinião dos craques sobre a oposto russa na coluna “Saque”, publicada na edição deste domingo do Lance, e cuja íntegra está disponível também no blog de Daniel Bortoletto no portal do diário esportivo, no endereço: http://is.gd/hAjg8

Divulgação

domingo, 14 de novembro de 2010

(MUNDIAL) Zé Roberto lamenta erro de arbitragem

Meninas homenageam Mari e Paula (Foto: Divulgação)

Na metade do quinto set, Sheilla atacou uma bola no fundo da quadra russa. O árbitro assistente assinalou bola dentro, mas o juiz sul-coreano Kim Kun-Tae inverteu a marcação e deu ponto para a Rússia. Seria o oitavo ponto do Brasil no tie-break, que deixaria a equipe com dois de vantagem (8/6). No entanto, a avaliação equivocada de Kun-Tae permitiu o empate russo (7/7).

“Este árbitro tem um histórico contra o Brasil. Já havia alertado para não colocá-lo nesse jogo. Foi uma escolha infeliz. Não se pode errar num tie-break de uma final de campeonato. Um ponto custa muito. Mas não adianta reclamar agora. A Rússia está de parabéns e soube aproveitar melhor os contra-ataques no final do jogo”, disse Zé Roberto.

A capitã Fabiana também elogiou a equipe russa e criticou a atuação do árbitro sul-coreano. “Elas jogaram muito bem e a Gamova fez a diferença. Infelizmente, o juiz errou num momento que não podia errar. A bola da Sheilla foi dentro. Mas isso é do jogo. O Brasil está de parabéns. Lutamos até o fim”, comentou a meio de rede.

Terminado o Mundial, a seleção sairá de Tóquio na manhã desta SEGUNDA-FEIRA (horário local). Depois de uma parada em Frankfurt, na Alemanha, as medalhistas de prata seguirão para Guarulhos. A chegada da equipe no Aeroporto Internacional está prevista para as 7h30 de TERÇA-FEIRA (16.11). O próximo Campeonato Mundial, em 2014, será disputado na Itália.

Confira a Classificação Geral

Divulgação

(MUNDIAL) Gamova é a MVP do Mundial do Japão

Gamova foi eleita a melhor jogadora do mundial (Foto: Divulgação)

Confira as Melhores do Mundial:

MVP: Gamova (Rússia)
Melhor Atacante: Kosheleva (Rússia)
Melhor Bloqueadora: Fürst (Alemanha)
Melhor Sacadora: Grothues (Holanda)
Melhor Levantadora: Wei (China)
Melhor Recepção: Tom (EUA)
Melhor Líbero: Sykora (EUA)
Maior Pontuadora: Darnel (Turquia)


Universo do Vôlei

(MUNDIAL) Rússia bate Brasil no tie-break e fatura o bi

Rússia comemora o bi-campeonato (Foto: Divulgaão)

Esforço, dedicação e harmonia foram as três palavras usadas pelo técnico José Roberto Guimarães para definir a seleção brasileira feminina de vôlei. Neste DOMINGO (14.11), o Brasil perdeu para a Rússia na final do Campeonato Mundial e conquistou a segunda medalha de prata consecutiva no torneio: 3 sets a 2 (25/21, 17/25, 25/20, 14/25 e 11/15), em 1h58, no Yoyogi National Stadium, em Tóquio. Após a vitória, as lágrimas e a tristeza pela perda do título não apagaram a boa campanha do time verde e amarelo na principal competição do ano.

“Fico triste por ter perdido o jogo, mas feliz por ver a luta de todas até o fim. A equipe está de parabéns pela campanha que fez. Foram dez vitórias ao longo de um campeonato muito difícil. Valeu pelo esforço, dedicação e harmonia do grupo. Estou orgulhoso das jogadoras e de todo o trabalho que desenvolvemos ao longo do ano. Chegamos à final do Mundial e perdemos no tie-break. A Rússia está de parabéns. Fez um campeonato brilhante e hoje é a melhor equipe do mundo”, comentou Zé Roberto.

Brasil e Rússia reeditaram a decisão do Mundial de 2006. E a história se repetiu. Como aconteceu há quatro anos, as russas conquistaram o título no quinto set. Para a líbero Fabi, presente nas duas edições do campeonato, a medalha de prata merece ser valorizada.

“No quarto set, elas jogaram a vida e conseguiram abrir vantagem. No tie-break, voltamos para o jogo, mas não deu. Fizemos o nosso máximo e temos que ter orgulho de ter disputado mais uma final de Mundial. Saímos de cabeça erguida. Agora vamos voltar para o Brasil e continuar trabalhando“, disse Fabi, que não conteve o choro após a partida.

O destaque da decisão foi a oposto russa Gamova. A atacante marcou impressionantes 35 pontos (29 de ataque, quatro de bloqueio e dois de saque). No Brasil, quem mais marcou foi Sheilla, com 26 acertos – 23 de ataque, dois de saque e um de bloqueio.

“Fico triste porque treinamos demais durante o ano todo, superamos as perdas da Mari e da Paula e merecíamos ganhar. Queria que as coisas fossem diferentes. Paramos de jogar no quarto set. Tentamos voltar no quinto, mas não mantivemos o ritmo no final. A Gamova jogou demais hoje e fez a diferença”, afirmou Sheilla.

A gigante de 2,02m marcou oito de seus 35 pontos no tie-break e foi decisiva para o título russo. “A Gamova fez uma partida memorável, que com certeza vai ficar na história da carreira dela. Defendemos algumas bolas, mas ela teve um aproveitamento de 80%. Ela está em uma forma esplendorosa. Não conseguimos pará-la”, analisou o técnico Zé Roberto.

Esta é a terceira vez que a seleção brasileira conquista a medalha de prata do Mundial. A primeira vez foi em São Paulo, em 1994; a segunda, em 2006, no Japão. A Rússia conquistou o sétimo ouro na competição, o segundo consecutivo (os cinco primeiros foram conquistados quando ainda era União Soviética).

Confira a Galeria de Fotos

Divulgação

(MUNDIAL) Japão quebra tabu de 32 anos e fatura 3° lugar

Japão faturou o 3° lugar

Há 32 anos a seleção japonesa conquistava a medalha de prata no Mundial, e a medalha veio da derrota sofrida para Cuba, em partida realizada na antiga União Soviética. De 1978 prá cá as nipônicas nunca mais subiram ao podium. Mais nesse domingo o tabu foi quebrado diante das atuais campeãs do Grand Prix.

Empurrado por sua torcida e contando com os 28 pontos da atacante Saori Kimura as nipônicas bateram as norte-americanas por 3 sets a 2 (25-18, 23-25, 25-21, 19-25 e 8-15), em 2h19, pondo fim ao jejum que durava mais de trinta anos.

A oposta americana Hooker e ponteira japonesa Saori colocaram 28 bolas no chõ e foram as maiores pontuadoras da partida.

Confira a Galeria de Fotos

Universo do Vôlei

sábado, 13 de novembro de 2010

(MUNDIAL) Quatro anos depois, o mesmo adversário

Em 2006, Sheilla e cia. amargaram a 2ª colocação

Brasil e Rússia decidiram o título do último Campeonato Mundial feminino de vôlei, em 2006. Na ocasião, as russas levaram a melhor, venceram por 3 sets a 2 e garantiram o ouro. Agora, quatro anos depois, a história se repete. Depois de superarem as semifinais, brasileiras e russas serão mais uma vez as protagonistas da competição. Neste DOMINGO (14.11), a partir das 8h30 (de Brasília), no Yoyogi National Stadium, em Tóquio, as seleções disputarão a taça e posto de melhor time do planeta. A final será transmitida ao vivo das TVs Globo e Bandeirantes e do canal Sportv.

“Depois de quatro anos, temos uma nova chance. Agora, temos que ganhar. Será um jogo muito difícil. A Rússia é uma excelente equipe e conta com três grandes jogadoras: Gamova, Sokolova e Kosheleva. A Sokolova está segurando o time russo no passe. Cresceu muito fisicamente. Está sendo muito exigida no ataque e no passe e está correspondendo. Será uma partida bastante complicada, mas trabalhamos muito durante o ano todo”, disse o técnico Zé Roberto.

Após passar pela semifinal contra o Japão, equipe rápida e que joga com bolas baixas, o Brasil terá pela frente um time completamente diferente na decisão. “O jogo contra a Rússia será totalmente diferente. Com as russas, o jogo é mais frio, cadenciado, com bolas altas. Ao contrário do estilo do Japão, é um jogo mais de bloqueio do que de defesa. Será uma partida muito difícil. As duas equipes estão invictas. Mas estamos confiantes e vamos lutar até o último momento”, comentou a ponteira Natália, a caçula da seleção, com 21 anos.

“Amanhã teremos que mudar tudo. Hoje, contra o Japão, tivemos que adaptar um bloqueio mais baixo. Amanhã, contra a Rússia, o bloqueio terá que ser alto. Agora, nós é que parecemos baixinhas perto das russas. Como em 2006, acho que vai ser um jogão, mas espero que agora a vitória fique conosco. Vamos ver o vídeo, estudar e chegar com tudo para a final”, completou a oposto campeã olímpica Sheilla.

Brasil e Rússia já se enfrentaram 49 vezes, com 26 vitórias das brasileiras contra 23 das adversárias. Se por um lado as russas levaram a melhor no último Mundial, por outro, foi o time verde e amarelo que ganhou o último confronto entre as equipes. Em 2009, na fase final do Grand Prix, o Brasil saiu vencedor e, quatro rodadas depois, conquistou o título.

Para a capitã Fabiana, os números não entram em quadra na hora da decisão. “Isso já passou. Nosso foco é na decisão deste Mundial. Amanhã teremos que sacar, defender e bloquear muito bem e ter atenção redobrada. Na final, é alegria, coração”, encerrou a central.

Divulgação

(MUNDIAL) Destaque na reação brasileira, Sassá admite: "Fiquei um pouco nervosa"

Sassá e Fabíola se abraçam (Foto: Divulgação)

Na primeira metade do terceiro set, com a partida muito equilibrada, Zé Roberto fez uma substituição que mudou a cara do jogo. Percebendo que Jaqueline não estava em seu melhor momento, o treinador sacou a ponteira e colocou Sassá em quadra. A atacante teve atuação brilhante e foi fundamental para a vitória brasileira.

“Fiquei um pouco nervosa, mas sabia que tinha que entrar bem. Consegui fazer a minha parte em um momento em que a equipe precisava de mim. Tudo deu certo e estou muito feliz. Passar dessa semifinal foi um sonho. Conseguimos reverter uma situação muito difícil. Agora estamos em mais uma final. Será um jogo muito complicado, mas vamos buscar o título”, disse Sassá, que ganhou elogios do chefe após a atuação na semifinal.

“Sempre me dediquei muito à preparação da Sassá. Sabia que em uma hora difícil ela poderia ajudar bastante. Ela é calma, tranquila, cadencia o jogo. A Sassá entrou muito bem e conseguimos uma reação muito importante”, afirmou Zé Roberto.

Jaqueline ressaltou a importância do grupo nos momentos decisivos. “Foi um jogo de superação. O Japão é uma grande equipe. Sofremos um pouco nos dois primeiros sets, mas o grupo foi muito especial. Mostramos que a equipe é formada por 14 jogadoras e não apenas pelas seis titulares. Quando uma não está bem, a outra entra e assume a responsabilidade. Ter um grupo forte faz a diferença”, emendou Jaqueline.

“Foi uma vitória de pura superação. As japonesas jogaram muito bem, mas sempre acreditei que podíamos virar. O time não estava jogando mal nos primeiros sets, mas faltava dar algo mais. Começamos a jogar com mais agressividade e alegria e o jogo fluiu. Foi uma grande vitória”, comemorou Sheilla.

Divulgação

(MUNDIAL) Rodrigão torce pela conquista do título também pelas meninas do Brasil

A seleção brasileira terá um torcedor especial na grande final do Campeonato Mundial Feminino de Vôlei, que acontece neste domingo contra a Rússia, em Tóquio, no Japão. O meio de rede Rodrigão, tricampeão mundial, está confiante que as meninas possam conquistar o inédito título para o Brasil.

“A campanha da seleção no Japão é maravilhosa. Ganharam todos os jogos e deram show em vários adversários muito fortes. A final de amanhã contra a Rússia não será fácil, mas as meninas têm todas as condições de faturar o ouro. E elas merecem!”, declarou o meio de rede.

Rodrigão acompanhou a semifinal deste sábado, em que as brasileiras ganharam do Japão de virada por 3 a 2. “As japonesas defenderam tudo e mais um pouco. Mas a nossa seleção é muito superior tecnicamente e, quando encaixou seu jogo, empatou e garantiu a vaga na final no tie-break. Foi um jogo emocionante e que vai dar muita moral para a equipe superar a Rússia na decisão”, concluiu o central tricampeão do mundo.

Divulgação

(MUNDIAL) Em jogo eletrizante, Brasil bate Japão e enfrenta algoz de 2006 na final

Brasil e Rússia reeditam a fina de 2006 (Foto: Divulgação)

A seleção brasileira feminina de vôlei mostrou que tem garra e determinação suficientes para conquistar o inédito título do Campeonato Mundial. Na partida mais difícil da competição até o momento, o Brasil conseguiu uma virada espetacular sobre o Japão e garantiu a vaga na final: 3 sets a 2 (22/25, 33/35, 25/22, 25/22 e 15/11), em 2h20, neste SÁBADO (13.11), no Yoyogi National Stadium, em Tóquio.

Agora, para conquistar o mundo, o time verde e amarelo terá de superar a seleção russa, que venceu os Estados Unidos por 3 sets a 1 na outra semifinal. Numa reedição da decisão do último Mundial, Brasil e Rússia estarão frente a frente neste DOMINGO (14.11), a partir das 8h30 (de Brasília). A partida terá transmissão ao vivo das TV Band e do canal Sportv.

Após a vitória, a líbero Fabi exaltou a força do Brasil e comemorou a classificação para mais uma final. “Sabíamos que ia ser um jogo difícil. As japonesas entraram muito motivadas. Havia 28 anos que elas não disputavam uma semifinal do campeonato e, além disso, contavam com o apoio da torcida. Foi realmente muito difícil, mas mostramos a força do Brasil. Em nenhum momento pensamos em desistir. Elas se viravam e defendiam todas as bolas, mas estávamos preparadas e conseguimos a vitória e a vaga na sonhada final”, vibrou a jogadora mais experiente da seleção.

Depois dos dois primeiros sets, o protocolo previa uma paralisação de dez minutos. Assim foi feito. As equipes saíram de quadra e foram para o vestiário, enquanto os torcedores assistiram a uma apresentação de dança. A parada não poderia ter sido mais benéfica para o Brasil, que perdia por 2 sets a 0. Na volta para o jogo, a equipe se acertou e começou o caminho que terminaria em vitória verde e amarela.

“Na hora da parada, fomos para o vestiário e conversamos. A partir dali, cada ponto valia ouro. Era hora de berrar, pular, dar uma de louca se fosse preciso para virar a partida. Voltamos com tudo, com alegria e determinação, e conseguimos a vitória”, contou a capitã Fabiana.

O técnico José Roberto Guimarães também entendeu que a parada foi importante para a recuperação da equipe. “Nunca deixei de acreditar. A energia do vestiário durante a parada foi muito legal. Pensamos: trabalhamos tanto durante o ano, nos esforçamos tanto, não é justo sairmos daqui derrotados. Tentei jogar o time para cima. Esse tempo acabou sendo muito importante. As coisas começaram a dar certo a partir do terceiro set. No tie-break, conseguimos emplacar o nosso jogo e parar a Saori e a Ebata, duas das principais jogadoras do Japão”, comentou o treinador.

Confira a Galeria de Fotos

Divulgação

*Atualizado às 15:30

(MUNDIAL) Turquia e Itália decidem o 5° lugar

Itália decide contra a Turquia o 5° lugar (Foto: Divulgação)

Foram 30 pontos em erros na partida que as turcas cederam para as alemãs. Mesmo com o excesso de erros, a Turquia venceu as germânicas por 3 sets 2 (25-23, 25-18, 25-14, 25-20 e 11-15) com duração de 2h12.

A maior pontuadora do último mundial, Neslihan Darnel foi a maior pontuadora do confronto cravando 26 bolas na quadra alemã. A oposta germânica Margareta Kozuch marcou 18 pontos, todos em ataques. 

Na outra chave semifinal 5°-8°, a Itália, Campeã Mundial em 2002, enfrentou a Sérvia, terceira colocada no último mundial, e garantiu a vitória. Em 1h14, a Azurra não deu chances as gigantes e aplicaram 3 sets a 0 (20-25, 15-25 e 22-25).

A central italiana Simona Gioli foi a maior pontuadora do confronto derrubando 18 bolas na quadra sérvia. Com 8 acertos, Rasic foi a sérvia que mais pontuou.

Na disputa pela 5ª colocação, Turquia e Itália se enfrentam amanhã. Com o revés sofrido hoje, Alemanha e Sérvia brugaram pelo 7° lugar.

Universo do Vôlei

(MUNDIAL) Rússia é a primeira finalista do Mundial do Japão

Rússia aguarda Brasil ou Japão para a Final (Foto: Divulgação)

Rússia é a primeira finalista do Mundial do Japão. Nem Hooker, Tom, Akinradewo e cia foram capazes de tirar a Rússia de sua segunda final consecutiva na competição. Na manhã desse sábado, a gigante russa Gamova comandou a vitória das européias por 3 sets a 1 (25-16, 13-25, 25-19 e 25-21) em 1h42.

Mesmo com o revés, a jovem oposta norte-americana Destinee Hooker foi a maior pontuadora com 23 pontos (20 ataques, 1 bloqueio e 2 saques). Com um a menos, Gamova veio em seguida.

Com uma campanha impecável na competição, com 10 jogos e 10 vitórias, e apenas 4 sets perdidos as russas aguardam o adversário da outra chave entre Japão e Brasil.

Confira a Galeria de Fotos

Universo do Vôlei

(MUNDIAL) Polônia e China decidem o 9° lugar

Polônia decide 9° lugar (Foto: Divulgação)

Polônia e Holanda mediram força na madrugada de hoje para garantir uma das duas vagas na decisão pelo nono lugar no Mundial do Japão. Com 60 pontos em erros na partida, trinta para cada lado, a Polônia de Glinka e cia. conseguiram bater, de virada, as laranjas por 3 sets 2 (24-26, 25-22, 25-22, 19-25 e 15-09) em 2h08.

Apesar do revés, a oposta holandesa Manon Flier foi a maior pontuadora da partida cravando 23 bolas. Com 21 acertos, a polonesa Glinka e a holandesa Visser vieram em seguida.

No outro confronto da chave semifinal 9º-12º, a China enfrentou Cuba e levou a melhor. Nem os 28 pontos marcardos pela atacante cubana Kenia Carcaces foram o suficientes para evitar o revés. De virada, as asiáticas aplicaram 3 sets a 1 (25-16, 22-25, 19-25 e 22-25) em 1h40.

Carcaces foi a maior pontuadora da partida com 28 pontos (26 ataques e 2 bloqueios). A chinesa Li Juan anotou 16 pontos, todos em ataques.

Amanhã na decisão do 9° lugar Polônia e China se enfrentam às 03h00. Já Holanda e Cuba brigam pelo 11° lugar às 02h00 (Horário de Brasília)

Universo do Vôlei

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

(MUNDIAL) A dois passos do paraíso

Desde o início da preparação para o Campeonato Mundial, técnico e jogadoras da seleção brasileira de vôlei estavam com o discurso alinhado. Todos sabiam que seria um torneio intenso e desgastante. Agora, depois das nove vitórias em nove jogos, a equipe está a dois passos do título inédito. Para conquistar o mundo, o primeiro desafio tem de ser superado neste SÁBADO (13.11), na semifinal contra o Japão, a partir das 7h (de Brasília), no Yoyogi National Stadium, em Tóquio. A partida terá transmissão ao vivo das TVs Globo e Band e do canal Sportv.

“Fizemos uma campanha excelente até aqui. Enfrentamos adversários difíceis, que nos fizeram suar a camisa, mas vencemos. Foram nove jogos em 12 dias. Agora, temos que subir mais dois degraus. Teremos um jogo duríssimo contra o Japão. Todo cuidado é pouco. No Grand Prix, elas nos superaram na fase final. As japonesas estavam com muita vontade de vencer o Brasil, o que não acontecia havia muito tempo. Entraram determinadas e comemoraram muito. Para isso não acontecer de novo, teremos de manter os pés no chão e entrar muito focados”, alertou o técnico José Roberto Guimarães.

Há quatro anos, também no Japão, mas na cidade de Osaka, a seleção brasileira decidiu o título mundial com a Rússia. Na final, o time verde e amarelo perdeu por 3 sets a 2. Do grupo atual, seis jogadoras participaram da campanha de 2006 – Fabi, Fabiana, Sassá, Jaqueline, Sheilla e Carol Gattaz –, mas elas garantem que não pensam no que passou.

“2006 faz parte do passado. O grupo é outro e a situação também. Estou focada no presente. Vamos nos esforçar ao máximo para passar do Japão e lutar pelo título contra Rússia ou Estados Unidos”, comentou a capitã Fabiana.

“Tenho orgulho de ter feito parte da equipe no Mundial de 2006. Mas agora o momento é outro e o grupo também. Não existe essa de aumentar a vontade de conquistar o título porque perdemos da última vez. Queremos muito este título porque sabemos que é muito importante para o Brasil, porque trabalhamos muito durante o ano todo e sabemos que temos condições de vencer. Estamos muito felizes pela oportunidade de disputar mais um Mundial”, completou a líbero Fabi, jogadora mais experiente da seleção.

Se por um lado o Brasil chegou à decisão na última edição do Mundial, por outro o Japão não sabe o que é disputar uma semifinal da competição desde 1982. Agora, 28 anos depois, a seleção asiática, tricampeã mundial (1962/1967/1974), volta a figurar entre as principais equipes do planeta. Por isso, Fabi aponta a motivação extra das adversárias como mais uma dificuldade no confronto.

“Brasil e Japão se enfrentaram muitas vezes e se conhecem bem. As japonesas têm a velocidade e a defesa como as principais características. Contra elas, temos que ter paciência e tranquilidade. Temos que sacar bem para dificultar o passe adversário e prejudicar a armação das jogadas. É sempre um jogo muito difícil. Além de tudo, elas estão em casa, com o apoio da torcida e muito motivadas, já que não chegavam às semifinais há mais de 20 anos”, disse Fabi.

Para enfrentar o Japão, o técnico Zé Roberto terá todo o grupo à disposição. Depois de sofrer com as contusões da levantadora Fofão e da central Fabiana durante o Mundial de 2006, o treinador comemora a boa condição física das jogadoras na competição deste ano.

“Agora a história é diferente. O clima é outro. No último Mundial, a Fofão e a Fabiana se machucaram e não puderam estar em quadra durante toda a competição. Hoje, está todo mundo bem. Uma dor aqui, outra ali, mas nada preocupante. Estou mais tranquilo em relação à integridade física das jogadoras. Isso é muito importante”, encerrou o treinador.

Divulgação

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

(MUNDIAL) No primeiro treino em Tóquio, seleção recebe Ary Graça

Ary está confiante na conquista do títuTO Mundial (Foto: Divulgação)

Em seu primeiro treino em Tóquio, sede da fase final do Campeonato Mundial, a seleção brasileira feminina de vôlei recebeu uma visita ilustre. Nesta QUINTA-FEIRA (11.11), o presidente da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), Ary Graça, teve o primeiro contato com a equipe no Japão. O dirigente fez uma breve reunião com jogadoras e comissão técnica e transmitiu confiança na conquista do inédito título da competição.

“Até agora, vocês fizeram uma campanha brilhante no Mundial. Venceram todos os jogos e receberam elogios no mundo todo. Agora, chegou o momento decisivo. Precisamos manter o foco, a concentração e a dedicação. Estou aqui para garantir que nada de ruim acontecerá ao Brasil nestes dois jogos. Vamos fazer a nossa parte e conquistar o título”, disse Ary Graça, que está em Tóquio como um dos delegados da Federação Internacional de Voleibol (FIVB).

Na capital japonesa desde o início da segunda fase do Mundial, o presidente da CBV elogiou a atuação da arbitragem na competição. “Fiquei em Tóquio. Não estava na chave do Brasil em Nagoya. Mas aqui a arbitragem foi excelente, estou admirado. Há muitos anos não vejo uma arbitragem tão boa. Espero que não nos decepcionem nas semifinais”, afirmou Ary Graça.

O Brasil enfrentará as anfitriãs japonesas na luta por uma vaga na decisão do Mundial. A partida será realizada neste SÁBADO (13.11), às 7h (de Brasília), no Yoyogi National Stadium, com transmissão ao vivo da TV Bandeirantes e do canal Sportv. Um pouco antes, às 4h, Rússia e Estados Unidos disputam a outra semifinal.

O presidente Ary Graça lembrou que a seleção brasileira manteve a invencibilidade e chegou até a fase final do Mundial apesar da ausência das ponteiras campeãs olímpicas Mari e Paula, que se contundiram e não puderam disputar o campeonato.

“Muitos achavam que não conseguiríamos suprir a ausência da Mari e da Paula. Perdemos as duas, grandes jogadoras, mas ainda assim estamos muito bem no Mundial. Isso é espetacular. Temos várias jogadoras em cada posição. As ponteiras que vieram para o Mundial estão substituindo as duas à altura. Isso demonstra a força do voleibol brasileiro”, comentou.

Para o técnico José Roberto Guimarães, o encontro com o presidente às vésperas da semifinal foi importante. “Esse papo foi muito interessante. O Ary ainda não tinha tido esse contato com elas. Ele passou o que está pensando, deu força. Agora é continuar com a mesma motivação. Gostei muito do que vi no treino de hoje. Elas estão muito focadas e se doando ao máximo”, disse o treinador.

Divulgação

(MUNDIAL) Brasil chega a Tóquio e começa preparação para a semifinal

Após passar por Hamamatsu e Nagoya e vencer todas as nove partidas disputadas nas duas primeiras etapas do Campeonato Mundial, a seleção brasileira feminina de vôlei chegou a Tóquio, sede da fase final da competição, na manhã desta QUINTA-FEIRA (horário local). Cinco horas depois, a equipe já estava em quadra para o reconhecimento do Yoyogi National Stadium, ginásio onde serão realizadas as semifinais e a decisão do Mundial. Para chegar à final e continuar vivo na luta pelo título inédito, o Brasil terá que passar pelo Japão, neste SÁBADO (13.11). A partida, com transmissão ao vivo da TV Bandeirantes e do canal Sportv, começará às 7h (de Brasília).

Um pouco antes, às 4h (de Brasília), Estados Unidos e Rússia, atual campeã, decidirão a outra vaga na decisão da competição mais importante do ano.

Brasil e Japão já se enfrentaram 96 vezes em toda a história. O retrospecto aponta vantagem brasileira: 62 triunfos. No entanto, na última partida oficial, as japonesas saíram vitoriosas. Na fase final do Grand Prix, em agosto, as asiáticas venceram por 3 sets a 2. Por isso, o técnico José Roberto Guimarães sabe que não terá vida fácil diante das donas da casa.

“Sem dúvida, será um jogo muito difícil. Conhecemos bem o time do Japão e sabemos que não podemos vacilar. No Grand Prix, perdemos para elas. Teremos que estar muito concentrados para esta partida. As japonesas melhoraram muito. O time sempre teve uma excelente defesa, mas agora evoluiu no ataque, no bloqueio, no saque... Elas são velozes e contam com duas ótimas jogadoras, que são a Ebata e a Saori, atletas que pontuam muito”, comentou Zé Roberto, explicando a importância do primeiro treino logo após a chegada em Tóquio.

“O vôlei tem esse hábito. Mesmo depois de uma viagem, curta ou longa, treinamos em seguida. É importante para dar uma movimentada. É um treino relativamente leve, só para tocar na bola e mexer o corpo”, disse o treinador.

Mesmo após a maratona de jogos das primeiras etapas do Mundial – nove partidas em 12 dias -, as jogadoras da seleção mantiveram o sorriso no rosto e a fome de bola. No treino desta quinta, o técnico Zé Roberto já havia encerrado a atividade, mas a maior parte das meninas permanecia em quadra.

“Queremos muito este título. Trabalhamos o ano inteiro para isso. Agora entramos na reta final e temos que manter a concentração. O jogo contra o Japão será muito difícil. O time evoluiu bastante e está jogando em casa. Contra elas, nosso saque e nossa defesa têm que funcionar muito bem”, afirmou a capitã Fabiana.

Para a jovem ponteira Natália, um dos destaques do Brasil no Mundial, agora começa um campeonato à parte. “Nas duas primeiras fases, dever cumprido. Mantivemos a invencibilidade e chegamos à semifinal. Agora começa um novo campeonato. Tudo pode acontecer. Temos que jogar com o coração e dar a vida em quadra. Queremos chegar à final e lutar pelo título”, disse a caçula da seleção.

A também ponteira Jaqueline garante que esforço e dedicação não vão faltar para colocar o Brasil na grande final. “Estamos há um mês longe de casa em busca de um objetivo, que é o primeiro título do Mundial. Agora falta pouco. Vamos entrar ainda mais concentradas, a dedicação será ainda maior. Chegou a hora de darmos 200%”, comentou a campeã olímpica.

“Teremos uma partida bem complicada contra o Japão. Elas são velozes e têm um excelente volume de jogo. Defendem muito bem, a bola demora a cair. Teremos que ter paciência e atenção para enfrentá-las”, completou Jaqueline.

Na luta pelo inédito título, a seleção brasileira bateu na trave em duas ocasiões. Em 1994, em São Paulo, o Brasil perdeu a decisão para Cuba por 3 sets a 0. Na final de 2006, em Osaka, no Japão, a equipe foi derrotada pela Rússia por 3 sets a 2 e novamente ficou com o vice-campeonato.

Divulgação

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

(MUNDIAL) Invicta, Rússia vence e enfrenta EUA nas semifinais

Russas enfrentam americanas nas semifinais (Foto: Divulgação)

Nem os 6 mil torcedores que compareceram ao ginásio em Tóquio, nem os 25 pontos da atacante Kimura e nem a levantadora Takeshita - Melhor Jogadora do último Mundial - foram capazes de quebrar a invencibilidade das atuais campeãs do Mundo na manhã dessa quarta-feira.

Rússia e Japão já estavam classificadas para as semifinais em primeiro e segundo lugares, respectivamente. E foi em 'partida de luxo' que a Rússia confirmou a nona vitória na competição. Contra as nipônicas aplicaram 3 sets 1 (21-25, 14-25, 25-23 e 13-25) em 1h51. A russa Gamova foi a maior pontuadora da partida colocando 26 bolas no chão.

Com a melhor campanha no Mundial, a Rússia enfrenta os Estados Unidos (2° F) no sábado às 04h30. Já o Japão enfrenta o Brasil (1° F) às 07h00 (Horário de Brasília).

Confira a Galeria de Fotos

Universo do Vôlei

(MUNDIAL) Em 2h11, Cuba bate Itália no tie-break com 34 pontos de Carcaces

Carcaces marcou 34 pontos na partida (Foto: Divulgação)

A jovem seleção cubana conseguiu uma impotante vitória para dar moral as caribenhas na partida válida pela última rodada da segunda fase competição. Em 2h11, as Meninas da Ilha bateram, de virada, a experiente seleção italiana por 3 sets a 2 (25-16, 24-26, 25-21, 23-25 e 22-24) com incríveis 34 pontos da cubana Kenia Carcaces.

Carcaces foi a maior pontuadora da partida com 34 pontos (31 ataques e 3 bloqueios). Pela seleção da velha bota, Ortolani marcou 24 pontos e Piccinini 23.

Com a vitória diante da seleção de Piccinini, as cubanas assumiram a quinta colocação no grupo F e lutam a partir de sábado pela 9ª colocação no Mundial. Já a azurra terminou em quarto no grupo e briga pela 5ª colocação.

Confira a Galeria de Fotos

Universo do Vôlei

(MUNDIAL) Polônia vence Turquia e disputa 9° lugar

Polônia comemora vitória por 3 a 1 (Foto: Divulgação)

A vitória foi apertada, e valeu a permanência da Polônia no Mundial do Japão. Nem os 25 pontos da turca Darnel foram o suficientes para evitar a derrota para a Polônia. Com Glinka, Baranska e Kaczor liderando o ataque, as polonesas precisaram de 1h51 para vencer por 3 sets a 1 (25-23, 24-26, 27-25 e 25-22).

Darnel foi a maior pontuadora do confronto marcando 25 pontos (22 ataques, 1 bloqueio e 2 saques). Baranska marcou 22 (15 ataques, 4 bloqueios e 3 saques). Glinka e Kaczor marcaram 17.

No sábado, a Turquia entra em quadra para a disputa do 5° lugar. Já as polonesas duelam pelo 9°.

Confira a Galeria de Fotos

Universo do Vôlei

(MUNDIAL) Pelo grupo F, Tailândia e Alemanha vencem

Germânicas terminaram na 3ª colocação do grupo (Foto: Divulgação)

Por essa as gigantes thecas não esperavam. Contra a surpresa do mundial, a Tailândia, a República Theca foi superada, de virada, por 3 sets 1 (25-16, 18-25, 20-25 e 23-25) em 1h36 de confronto.

Nem os 23 pontos marcados pela oposta theca Havlickova, maior pontuadora do confronto, foram capazes de evitar o revés. A capitã tailandesa Apinyapong marcou 20 pontos. Com as piores campanhas do grupo na segunda fase, a República Theca e Tailândia se despedem do Mundial.

No outro confronto do grupo F, as holandedas enfrentaram a Alemanha e foram superadas. Se contra o Brasil a oposta alemã Margareta Kozuch esteve marcada, no cofronto de hoje não teve quem para-lá. Com seus 25 pontos (22 ataques e 3 bloqueios), Kozuch comandou a vitória alemã por 3 sets a 1 (12-25, 14-25, 25-19 e 25-27) em 1h35.

Pelo lado holandês Manon Flier foi a maior pontuadora colocando 19 bolas no chão. A vitória alemã consolidou a terceira colocação no grupo e disputa a partir de sábado a 5ª colocação no Mundial do Japão. Na sexta colocação as holandesas deulam pela 9ª colocação.

Universo do Vôlei 

(MUNDIAL) China e Sérvia vencem

Chinesas terminaram na 6ª colocalção do grupo E (Foto: Divulgação)

Com uma campanha ruim no mundial, a China conseguiu terminar a segunda fase com uma vitória e deixar a vice-lanterninha e assumir a sexta colocação no grupo. E foi contra as peruanas que as chinas conseguiram o triunfo por 3 sets a 0 (17-25, 22-25 e 21-25) em 1h10.

As atacantes Wang e Ma foram as maiores pontuadoras da partida com 15 acertos. A peruana Chihuan marcou 13 pontos. Fora da disputa pelo título, a China começa no sábado (13) a luta pela 9ª colocação. Já as peruanas estão eliminadas.

No outro confronto o grupo E, a Sérvia, terceira colocada no último mundial, venceu a Coreia por 3 sets a 0 (25-17, 25-22 e 25-16) com duração de 1h11, em partida realizada em Tóquio.

A sérvia Brakocevic foi a maior pontuadora da partida cravando 15 bolas na quadra das asiáticas. Com dois a menos a coreana Yang Hyo-Jin veio em seguida. O triunfo rendeu a terceira colocação no grupo para as sérvias que disputam a partir de sábado o 5° lugar. As coreanas terminaram em sétimo e estão eliminadas.

Universo do Vôlei