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| Cimed/Sky derrotou o Vôlei Futuro em Araçatuba (Foto: Divulgação) |
A Cimed/SKY estreou em 2012 com uma importante e suada vitória pela Superliga Masculina de Vôlei 2011/12. A equipe tetracampeã da competição foi até Araçatuba (SP) enfrentar o Vôlei Futuro, ganhou os dois primeiros sets, viu o rival empatar e chegar a abrir uma grande diferença no tie-break, mas tirou suas últimas forças para reagir e derrubar o último invicto do campeonato por 3 sets a 2 (25/22, 28/26, 23/25, 23/25 e 15/13), neste sábado (07/01).
Com o resultado, o time comandado pelo técnico Marcos Pacheco chegou aos 13 pontos. Por perder um ponto por ter vencido por 3 a 2, a Cimed/SKY caiu para a quarta posição na tabela de classificação, atrás do líder Vôlei Futuro (16 pontos), do Sesi e do Sada/Cruzeiro (ambos com 14 pontos). Porém, todos têm a mesma campanha: cinco vitórias em seis jogos.
O treinador da Cimed/SKY não pôde contar com o ponteiro Giba, o central Gustavo e o líbero Badá para o clássico no interior paulista. Após o jogo, o técnico da Cimed/SKY, Marcos Pacheco, destacou a coragem do time de arriscar no momento mais tenso da partida, que resultou na virada que levou à vitória sobre o Vôlei Futuro. "Naquele momento dos 11 a 6 para eles, tínhamos de optar por algo mais arriscado. Algumas opções eram até bem radicais, mas foi o que fizemos. Optamos por um saque mais agressivo, que minou uma bola muito boa dos atacantes dele, e priorizamos alguns atacantes. Tivemos muita felicidade nessas escolhas. Deu certo!", afirmou o treinador, que exaltou a entrega do seu grupo.
"A vitória foi do estudo de todos, da competência do grupo, da comissão técnica que nós temos e dos jogadores. Eles abraçaram 100% todas as determinações que passamos. Temos um grupo muito bom, que entendem tudo o que nós queremos passar e executam na quadra. O time como um todo funcionou muito bem", concluiu Pacheco.
Para o técnico Cezar Douglas, a falta de paciência dos jogadores afetou o resultado do jogo. No placar apertado os mínimos detalhes foram importantes para a vitória, já que no tie break a capacidade física, técnica e emocional do jogador são fundamentais.
“Hoje não tivemos a paciência de saber rodar nas dificuldades e assumir a responsabilidade em momentos decisivos. Acredito que tenhamos faltado no quesito experiência, nosso time tem mais se comparado ao adversário. Depois do jogo de hoje precisamos analisar friamente o que aconteceu e saber corrigir dentro da individualidade de cada atleta, que é onde nós pecamos hoje”, informou o técnico.
Divulgação

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