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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

(SUPERLIGA) Cimed/SKY acaba com invencibil​idade do Vôlei Futuro

Cimed/Sky derrotou o Vôlei Futuro em Araçatuba (Foto: Divulgação)

A Cimed/SKY estreou em  2012 com uma importante e suada vitória pela Superliga Masculina de  Vôlei 2011/12. A equipe tetracampeã da competição foi até Araçatuba (SP)  enfrentar o Vôlei Futuro, ganhou os dois primeiros sets, viu o rival  empatar e chegar a abrir uma grande diferença no tie-break, mas tirou  suas últimas forças para reagir e derrubar o último invicto do  campeonato por 3 sets a 2 (25/22, 28/26, 23/25, 23/25 e 15/13), neste  sábado (07/01).

Com o resultado, o time comandado pelo técnico Marcos Pacheco chegou aos  13 pontos. Por perder um ponto por ter vencido por 3 a 2, a Cimed/SKY  caiu para a quarta posição na tabela de classificação, atrás do líder  Vôlei Futuro (16 pontos), do Sesi e do Sada/Cruzeiro (ambos com 14  pontos). Porém, todos têm a mesma campanha: cinco vitórias em seis  jogos.

O treinador da Cimed/SKY não pôde contar com o ponteiro Giba, o central  Gustavo e o líbero Badá para o clássico no interior paulista. Após o jogo, o técnico da Cimed/SKY, Marcos Pacheco, destacou a coragem  do time de arriscar no momento mais tenso da partida, que resultou na  virada que levou à vitória sobre o Vôlei Futuro. "Naquele momento dos 11  a 6 para eles, tínhamos de optar por algo mais arriscado. Algumas  opções eram até bem radicais, mas foi o que fizemos. Optamos por um  saque mais agressivo, que minou uma bola muito boa dos atacantes dele, e  priorizamos alguns atacantes. Tivemos muita felicidade nessas escolhas. Deu certo!", afirmou o treinador, que exaltou a entrega do seu grupo.

"A vitória foi do estudo de todos, da competência do grupo, da comissão  técnica que nós temos e dos jogadores. Eles abraçaram 100% todas as  determinações que passamos. Temos um grupo muito bom, que entendem tudo o  que nós queremos passar e executam na quadra. O time como um todo  funcionou muito bem", concluiu Pacheco.

Para o técnico Cezar Douglas, a falta de paciência dos jogadores afetou o resultado do jogo. No placar apertado os mínimos detalhes foram importantes para a vitória, já que no tie break a capacidade física, técnica e emocional do jogador são fundamentais.

“Hoje não tivemos a paciência de saber rodar nas dificuldades e assumir a responsabilidade em momentos decisivos. Acredito que tenhamos faltado no quesito experiência, nosso time tem mais se comparado ao adversário. Depois do jogo de hoje precisamos analisar friamente o que aconteceu e saber corrigir dentro da individualidade de cada atleta, que é onde nós pecamos hoje”, informou o técnico.

Divulgação

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