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domingo, 22 de abril de 2012

(SUPERLIGA) Ary Graça comemora o sucesso da competição

Ary Graça ao lado do melhor jogador da final (Foto: Divulgação/CBV)

A edição 11/12 da Superliga masculina de vôlei chegou ao final neste SÁBADO (21.01) e consagrou o Sada Cruzeiro como novo campeão. Ary Graça, presidente da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), elogiou a vitória da equipe mineira e enalteceu a paixão do brasileiro pelo voleibol.

“Nenhum campeonato do mundo lota um ginásio e coloca quase 180 jornalistas credenciados em uma final. Isso é um orgulho para todos nós. A Superliga vem em um crescente a cada ano. Foi criada uma paixão. Todos torceram e o campeonato acabou em alto nível. O voleibol é o esporte da família”, disse o presidente da CBV.

Ary Graça, que esse ano concorre à presidência da Federação Internacional de Voleibol (FIVB), também elogiou o nível técnico desta edição da Superliga.

“Fizemos uma competição altamente técnica. Temos o melhor campeonato do mundo, mas com uma vantagem: um grande número de jogadores brasileiros. Para cada posição, o Brasil tem 10 jogadores de excelente nível”, finalizou Ary Graça.

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segunda-feira, 19 de março de 2012

(INTERNACIONAL) FIVB confirma candidatura de Ary Graça à presidência

A Federação Internacional de Voleibol (FIVB) confirmou, nesta SEGUNDA-FEIRA (19.03), os candidatos que disputarão as eleições presidenciais da entidade, que acontecerão entre os dias 19 e 21 de setembro, na cidade de Anaheim, nos Estados Unidos. O brasileiro Ary Graça, presidente da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), é um dos candidatos confirmados.

Os adversários do brasileiro na votação, que compreenderá todas as 220 Federações Nacionais filiadas à FIVB, serão Doug Beal - presidente da Federação dos Estados Unidos - e Chris Schacht- que comanda a Federação da Austrália. O mandato será válido entre os anos de 2013 e 2016.

O presidente eleito irá suceder o chinês Jizhong Wei, que está à frente da FIVB desde 2008, e irá se tornar o quarto mandatário da história da entidade. O francês Paul Libaud, entre 1947 e 1984, e o mexicano Ruben Acosta, entre 1984 e 2008, foram os dois primeiros.

Ary Graça lançou candidatura em dezembro do ano passado e conta com apoio de quatro das cinco Confederações Continentais: Ásia, da África, da Norceca e da América do Sul.

Ary Graça tem 68 anos e nasceu no Rio de Janeiro em 1943. Ele se formou em Direito pela PUC (Pontifícia Universidade Católica) e começou sua carreira profissional em 1966. O brasileiro é presidente da CBV, da Confederação Sul-Americana (CSV) e vice-presidente Executivo da FIVB.

Graça jogou pela seleção brasileira de voleibol nas décadas de 60 e 70 e recebeu muitos prêmios pela contribuição ao esporte e a sociedade brasileira. Recebeu o Prêmio Equilibrista – O executivo do ano, concedido pelo Instituto Brasileiro de Executivos e Finanças do Rio de Janeiro (IBEF).

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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

(OUTROS) Ary Graça anuncia candidatura para presidir a FIVB

O presidente da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), Ary Graça, anunciou, em Laussane, na Suíça, a candidatura para presidir a Federação Internacional de Voleibol (FIVB) no período de 2012-2016. Os presidentes de quatro das cinco Confederações Continentais, que formam a Federação Internacional de Voleibol (FIVB), apoiaram a candidatura.

Dr. Saleh Bin Nasser, da Arábia Saudita, Dr. Amr Elwani, do Egito, Cristobal Marte Hoffiz, da República Dominicana, e Ary Graça, que presidem as Confederações da Ásia, da África, da Norceca e da América do Sul, respectivamente, apoiaram a decisão após uma série de reuniões concluídas, neste domingo, na Suíça. Essas Confederações compõem 166 das 220 Federações Nacionais de Voleibol dos países representados pela FIVB.

O próximo congresso eletivo será realizado em setembro de 2012, na cidade de Anaheim, na Califórnia, nos Estados Unidos, depois da conclusão dos Jogos Olímpicos de Londres.

Os líderes continentais encontraram o presidente da FIVB, Jizhong Wei, e o informaram sobre a decisão de apoiar Ary Graça, presidente da Confederação Sul-Americana de Voleibol desde 2003, e presidente da Confederação Brasileira de Voleibol desde 1997.

Os presidentes das quatro Confederações Continentais elogiarem a capacidade do brasileiro como pessoa ideal para liderar a FIVB pelo novo período. Eles se comprometeram a trabalhar juntos para assegurar a igualdade de oportunidades para todas as Confederações Continentais ao tomar as decisões da FIVB referentes à participação nos diferentes organismos de trabalho e, sobretudo, a participação igualitária de todas as equipes das Confederações nos eventos mundiais da FIVB perseguindo, ao mesmo tempo, o desenvolvimento do voleibol de quadra e de praia a nível mundial.

Ary Graça tem 68 anos e nasceu no Rio de Janeiro em 1943. Ele se formou em Direito pela PUC (Pontifícia Universidade Católica) e começou sua carreira profissional em 1966.

Graça jogou pela seleção brasileira de voleibol nas décadas de 60 e 70 e recebeu muitos prêmios pela contribuição ao esporte e a sociedade brasileira. Recebeu o Prêmio Equilibrista – O executivo do ano, concedido pelo Instituto Brasileiro de Executivos e Finanças do Rio de Janeiro.

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terça-feira, 17 de maio de 2011

(SUPERLIGA) Superliga 2011/12 ganha novo sistema de pontuação

Superliga 11/12 terá novidade no sistema de pontuação (Foto: Divulgação)

Mesmo com o equilíbrio apresentado nas Superligas masculina e feminina na última temporada, o presidente da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), Ary Graça, quer mais. A partir da próxima temporada, as competições nacionais adotarão um novo sistema de pontuação por vitória.

A inovação segue os moldes do que é usado há algum tempo no Campeonato Italiano e premia, além dos vitoriosos, os derrotados por placar de 3 a 2. A partir da temporada 2011/2012, a equipe que vencer um jogo por 3 sets a 0 ou 3 sets a 1 ganhará três pontos. Se o resultado for 3 a 2, o time vencedor ganhará dois pontos e o perdedor, um.

Eu queria ter implantado este sistema antes, mas fui voto vencido, pois ouvi a opinião dos técnicos sobre assuntos extra-quadra. Agora, não vou mais ouvir mais. O mundo está usando isso, a Federação Internacional (FIVB) também. Então, decidi que na próxima temporada vai ser assim e acabou – disse Ary Graça, em entrevista ao LANCENET! na sede da CBV, no Rio de Janeiro.

A FIVB passou a utilizar este sistema na Liga Mundial em 2009. No Grand Prix, competição feminina equivalente à Liga, o sistema foi adotado em 2010, depois de um congresso na República Dominicana, com presença dos países envolvidos.Depois da adoção deste modo de pontuação, o equilíbrio dos campeonatos realmente aumentou. Ao serem premiadas mesmo com derrota por 3 a 2, as equipes menores tiveram mais estímulo – pois, além de ganharem um ponto, tiram um do rival.

LanceNet!

segunda-feira, 25 de abril de 2011

(OUTROS) De olho em 2012 e 2016, Governo Federal destinará 9,2 milhões para a CBV

Parceria foi firmada no último domingo visando os Jogos Olímpicos de 2012 e 2016

Antes do primeiro saque da final da Superliga Masculina de vôlei 10/11, o ministro do esporte, Orlando Silva, anunciou o repasse de verbas para as confederações esportivas visando à disputa dos Jogos Olímpicos de 2012 e 2016. O governo federal destinará R$ 9,2 milhões para a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV).

De acordo com o ministro, até o final deste ano, o Ministério do Esporte destinará recursos para todas as modalidades olímpicas e paraolímpicas brasileiras por meio de convênios como o firmado com a CBV.

Orlando Silva ressaltou que a meta é que o conjunto dos esportes olímpicos e paraolímpicos no Brasil atinja o padrão alcançado pela Austrália, uma das potências mundiais. Para Orlando Silva, o Brasil tem o desafio de manter-se em primeiro lugar no pódio do vôlei mundial, por isso a importância de investir nas categorias de base da modalidade.

“O nosso objetivo é reforçar a preparação do voleibol brasileiro para os Jogos Olímpicos de Londres, mas, também, apoiar as categorias de base, que têm um desempenho extraordinário, projetando-as para os Jogos Olímpicos de 2016. É muito importante ganharmos em todas as categorias de base, pois nós queremos, a médio prazo, manter a hegemonia brasileira no vôlei de quadra. É muito mais difícil manter uma hegemonia do que conquistar” completou. Segundo Orlando Silva, outro objetivo da parceria é fortalecer o vôlei de praia, que também será beneficiado com os recursos.

Ao lado do ministro, o presidente da Confederação Brasileira de Voleibol, Ary Graça, destacou o apoio do Governo Federal no desenvolvimento do esporte.

“O Ministério é um grande parceiro do voleibol. O Centro de Desenvolvimento, em Saquarema, o melhor do mundo para nossa modalidade, foi custeado com parte de recursos do governo. Este novo repasse será utilizado para o projeto Corrida Olímpica do Vôlei de Praia e também para as seleções de base. Para manter o voleibol no topo, temos que continuar com uma renovação constante”, disse Ary Graça.

Após a coletiva, o ministro do esporte assistiu ao jogo da Tribuna de Honra do Mineirinho. Coube ao político entregar o Troféu para o campeão.

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segunda-feira, 4 de outubro de 2010

(MUNDIAL) Ary Graça: Brasil é o time a ser batido


O presidente da Confederação Brasileira de Voleibol, Ary Graça, chegou à cidade de Roma, na Itália, para acompanhar os jogos do Campeonato Mundial. No final do treino da equipe, na manhã desta SEGUNDA (04.10), no ginásio Palalottomatica, Ary Graça se reuniu com os atletas e comissão técnica na quadra. Aos jornalistas, em seguida, fez questão de destacar que o Brasil é o time a ser batido, e que os jogadores entrarão em quadra com o “coração, respeito e muita seriedade” para enfrentar seus adversários.

“O Campeonato Mundial começa hoje. Esse sistema da tabela que armaram é um absurdo, mas não importa: o Brasil é o time a ser batido, e não vão bater o Brasil. Os jogadores estão absolutamente imbuídos da seriedade necessária. É de dentro do coração. Não podemos abrir mão disso. Vamos jogar com respeito aos adversários, mas quanto mais respeito temos por eles, mais vontade de ganhar nós temos. Estamos conscientes de que tudo está sendo feito para o Brasil ficar fora. A nós compete não deixar que isso aconteça. E certamente, pelo espírito que eu senti deles, pela conversa quer eu tive com eles, não vamos perder por motivos extras”.


Sobre o regulamento do Mundial, criticado por várias equipes, e que permitiu que combinações de resultados fossem feitos durante a primeira e segunda fases da competição, o presidente da CBV afirmou que isso ainda será motivo de conversa na Federação Internacional.


“Não participei da aprovação desse regulamento. Isso será motivo de uma reunião séria até o final do ano na FIVB para que a gente possa entender um regulamento que é único. Nenhum outro esporte coletivo no mundo fez um regulamento tão absurdo como esse. Não posso me precipitar achando nada. Primeiro eu quero entender”.

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quarta-feira, 8 de setembro de 2010

(OUTROS) Ary Graça, Presidente da CBV, participa de Congresso da FIVB

O presidente da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), Ary Graça, participa do Congresso Internacional da Federação Internacional de Voleibol (FIVB), que está sendo realizado até a próxima sexta-feira (10.09), em Roma, na Itália. No Congresso, serão discutidas ideias visando o desenvolvimento do voleibol. A FIVB disponibilizará a transmissão ao vivo do evento através do link: http://www.klewel.com/conferences/fivb-congress-2010/

Workshop movimenta Roma

Nesta QUARTA-FEIRA (08.09), foi realizado o workshop da FIVB, com a presença de mais de 100 federações nacionais, no hotel Rome Marriot Park, em Roma, na Itália. As discussões geraram soluções, sugestões e propostas para o crescimento de federações em desenvolvimento. O Congresso teve a apresentação de quatro federações: Trinidad e Tobago, Tailândia, Senegal e Liechtenstein, que obtiveram sucesso no seu plano de desenvolvimento. O evento foi finalizado com uma mensagem do presidente da F IVB, Jizhong Wei.

“Nós temos que aprender com o trabalho dessas quatro federações. Eles nos ensinaram como conseguir o suporte governamental e social. As federações precisam tomar a iniciativa, mas a FIVB tem que fornecer ajuda e nós estamos aqui para fazer isso”, afirmou o chinês.

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