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sexta-feira, 27 de abril de 2012

(PRÉ-OLÍMPICO) Torção no tornozelo esquerdo tira Sassá do Pré-Olímpico

Sassá não disputará o qualificatório Sul-Americano (Foto: Divulgação/CBV)

Na última TERÇA-FEIRA (24.04) a ponteira Sassá sofreu uma torção no tornozelo esquerdo e não defenderá o Brasil no Pré-Olímpico Sul-Americano. A recuperação da jogadora pode levar até um mês.

“A Sassá torceu o pé numa ação de bloqueio. Ela é uma jogadora importante para o grupo e fará toda a recuperação da contusão no Aryzão. A previsão é que ela esteja de volta entre três e quatro semanas”, disse o técnico José Roberto Guimarães.

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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

(COPA DO MUNDO) Sassá, Adenizia e Brait buscam reconquistar espaço na seleção

Sassá aposta no título do Brasil na Copa do Mundo (Foto: Divulgação/CBV)

Sassá, Adenízia e Camila Brait retornaram para a seleção feminina de vôlei para a disputa da Copa do Mundo do Japão. Depois de ficarem de fora dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, no México, onde o Brasil conquistou o tetracampeonato, ao vencer Cuba por 3 sets a 2, as brasileiras querem reconquistar espaço na seleção principal.

O momento do retorno não poderia ser mais adequado. A Copa do Mundo classificará três equipes para os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012. O Brasil estreará no torneio na próxima SEXTA-FEIRA (04.11), contra os Estados Unidos. Para o treinador da equipe verde e amarela, José Roberto Guimarães, as três atletas têm uma função importante na seleção.

“As três são jogadoras importantes dentro da equipe. A Sassá é uma atleta que sempre compôs bem a seleção. É uma jogadora de momentos decisivos, que não sente a pressão, além de ser mais responsável pelo passe. A Adenizia está na briga com as outras jogadoras de meio. O ataque e a leitura das adversárias são as principais qualidades dela. Já a Camila Brait é uma excelente líbero, que está sendo preparada há alguns anos para o futuro da seleção. Tem como ponto forte a movimentação, a velocidade de recuperação e muita personalidade”, detalhou Zé Roberto.

Ao falar sobre seleção feminina de vôlei, Sassá abre logo um sorriso e garante que não foi fácil assistir ao Pan-Americano de casa. “Já tenho quase 10 anos de seleção e sempre que sai uma convocação a expectativa é grande. Tive poucas oportunidades de atuar esse ano pelo Brasil, mas estou sempre pronta para quando precisarem de mim. Assistir o Pan de casa foi estranho”, disse a jogadora, que também ressaltou o momento atual da equipe.

“O grupo está bem focado. O principal objetivo é conquistar a vaga para os Jogos Olímpicos, mas também queremos o título da Copa do Mundo, que falta para o Brasil”, afirmou Sassá.

Outra atleta que demonstra um grande carinho pela seleção brasileira é a central Adenizia. Segundo a meio de rede, que neste ano foi eleita a melhor bloqueadora do Mundial de Clubes, o corte as vésperas do Sul-Americano do Peru foi um momento difícil na carreira, porém já superado.

“Fui convocada para seleção adulta pela primeira vez em 2009 e fizemos uma festa enorme lá em casa. O sonho de toda jogadora de vôlei é estar na seleção brasileira. Quando fui cortada neste ano foi muito difícil. O meu sonho foi interrompido. O prêmio de melhor bloqueio no Mundial de Clubes foi um grande incentivo. Estar no grupo novamente é muito bom. Ainda tenho muito o que evoluir e meu objetivo é estar nos Jogos Olímpicos de Londres”, finalizou Adenizia.

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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

(GRAND PRIX) Brasil estreia contra o Japão no confronto de número 100

Sassá aposta na vitória do Brasil  (Foto: Divulgação/FIVB)

O Brasil iniciará a busca pelo nono título do Grand Prix, às 2h (horário de Brasília), desta SEXTA-FEIRA (05.08), contra o Japão, no Sajik Indoor Gymnasium, em Busan, na Coreia do Sul. O confronto tem tudo para ser especial. Brasil e Japão, além de reeditar a semifinal do último Campeonato Mundial, vencida pelas brasileiras, de virada, por 3 sets a 2, disputarão o confronto de número 100 entre os dois países. Até hoje foram 99 jogos, com 65 vitórias das brasileiras. Sportv e Esporte Interativo transmitirão ao vivo.

O time verde e amarelo está no grupo C na primeira fase da competição, ao lado da seleção nipônica, da Alemanha e da Coreia do Sul. A última partida entre as equipes foi disputada no mês passado, na Copa Internacional, em Brasília. As brasileiras venceram por 3 sets a 0. No ano, o Brasil está invicto. Foram dez jogos e dez vitórias. As brasileiras foram campeãs da Copa Pan-Americana, no México, e venceram as três partidas amistosas na capital federal.

O treinador José Roberto Guimarães acredita que o jogo contra as japonesas será o mais complicado da primeira fase. “O Japão é o adversário mais difícil desse grupo. Elas têm melhorado muito a cada ano. As japonesas tiveram uma grande apresentação no Mundial do ano passado, e, neste ano, venceram o torneio de Montreux”, diz o técnico, que ainda ressaltou as qualidades da seleção nipônica.

“É um time que joga com muita velocidade. Elas também melhoraram muito os ataques pelo fundo. Sem contar que conservaram uma das características do seu voleibol, a defesa”, explica o bicampeão olímpico.

Sassá relembra momento marcante

A semifinal do Campeonato Mundial do ano passado foi uma das partidas mais especiais na carreira da campeã olímpica Sassá. As brasileiras perdiam o jogo para as japonesas por 2 sets a 0, quando o treinador Zé Roberto colocou a ponteira em quadra. Sassá teve uma atuação destacada e ajudou o Brasil a virar o confronto e garantir o passaporte para final.

“Aquele jogo foi muito difícil. Quando perdíamos por dois sets a zero teve uma pausa e o Zé foi ao vestiário conversar com o time. Eu tive a oportunidade de entrar e ajudar a equipe. O que ficou mais marcado naquele jogo foi a nossa superação. Era uma semifinal de Campeonato Mundial onde o nervosismo estava à flor da pele. Nós conseguimos manter a calma e vencemos a partida”, relembra a jogadora.

Para o jogo de estreia do Brasil no Grand Prix, Sassá espera encontrar dificuldades. No entanto, a atleta está confiante numa boa apresentação das atuais campeãs olímpicas.

“O jogo contra o Japão vai ser pedreira. Elas defendem muito bem, então teremos que ter paciência para trocar e colocar as bolas no chão. É uma equipe muito técnica que erra muito pouco. Temos que ter tranquilidade e manter a cabeça no lugar. Vai ser um jogo difícil e pegado e nós temos condições de fazer uma boa partida”, afirma a atacante.

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segunda-feira, 30 de maio de 2011

(MERCADO) Sesi-SP apresenta time feminino

Ex-Unilever, Dani Lins é um dos principais nomes da equipe paulista (Foto: SESI/Caio Lopes)

A ponteira Sassá e a levantadora Dani Lins, ambas da seleção brasileira, integram o primeiro time feminino adulto de vôlei do Sesi-SP para a temporada 2011/2012. O anúncio da nova equipe foi feito nesta segunda-feira (30) na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) pelo técnico Talmo de Oliveira, campeão Olímpico.

As atletas Renata Maggioni (ex-Minas), Michelle Daldegan (ex-Pinheiros), Natália Martins (ex-Pinheiros), Elisângela Oliveira (ex-Hisamitsu/Japão), Gabriela Souza (Ex-Macaé), Marcela Correa, Sônia Benedito (ex-Pinheiros), Marina Daloca (ex-pinehiros), Roberta Pereira (ex-Macaé), Michele Pavão (ex-Minas), Luísa Lima (ex-Macaé) e Jéssica Silva (Coreia) compõem a equipe feminina do Sesi-SP.

Equipe foi apresentada na manhã dessa segunda-feira (Foto: SESI/Caio Lopes)

“Pode esperar muito trabalho da nossa equipe”, garantiu Dani Lins.

O técnico Talmo de Oliveira, campeão Olímpico, contará com um grupo de apoio formado pelo primeiro-assistente Alexandre Ferrante (ex-técnico do Macaé e auxiliar técnico da seleção brasileira juvenil feminina), o preparador físico Sérgio Mançan (ex-preparador físico da Seleção Brasileira Infanto-juvenil Masculina) e o segundo assistente Guiliano Ribas (Juba).

Campeão olímpico Talmo de Oliveira é o técnico da equipe (Foto: SESI/Caio Lopes)

“Todas as jogadoras e comissão técnica farão o melhor desde o primeiro dia”, afirmou Oliveira logo após apresentar o time.

O presidente da Fiesp e do Sesi-SP, Paulo Skaf, também participou da coletiva de anúncio da nova equipe e destacou a influência do Sesi no esporte brasileiro. “Atletas formados pelo Sesi representando o Brasil na próximas Olimpíadas”, disse Skaf.

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sexta-feira, 29 de abril de 2011

(SUPERLIGA) Camila Brait, Jaqueline e Sassá: Uma linha de passe de respeito

Sollys/Osasco contará com a força do passe das três jogadoras (Foto: Divulgação)

No ranking de recepção da Superliga Feminina 10/11, os três primeiros lugares são ocupados por jogadoras do Sollys/Osasco. A líbero Camila Brait está na liderança com 66,67% de eficiência, seguida de perto pelas ponteiras Jaqueline (60%) e Sassá (54%). Com três especialistas na função, o time paulista lidera com folga o ranking desse fundamento alcançando 61,93% de acerto. Neste SÁBADO (30.04) a levantadora Carol Albuquerque contará com a qualidade do passe das três jogadoras para vencer a Unilever, na decisão da competição, às 10h, no ginásio do Mineirinho, em Belo Horizonte (MG). A TV Globo e os canais SPORTV e Esporte Interativo transmitirão ao vivo.

As campeãs olímpicas Sassá e Jaqueline tiveram a companhia de Camila Brait, ano passado, na conquista do vice-campeonato mundial, no Japão, com a seleção brasileira. Para a líbero, o convívio diário tanto na seleção quanto no clube ajudou as três a criarem um grande entrosamento.

“O fato de estarmos juntas por tanto tempo ajuda bastante. Eu conheço os trejeitos de cada uma. Acabamos nos conhecendo intuitivamente”, explica Camila, que também possuiu uma grande admiração pelas companheiras.

“A Jaqueline e a Sassá são duas das melhores passadoras do mundo. Dá uma segurança muito grande olhar para o lado e ver a figura delas. Elas me ensinam diariamente”, diz a líbero.

Para a mineira Sassá, que disputará sua a primeira final dentro do Mineirinho, o passe do Sollys/Osasco é uma das principais armas do grupo paulista que luta pelo pentacampeonato.

“Nos conhecemos bem e temos que fazer a bola chegar nas mãos da Carol, com qualidade. Ter a Camila e Jaqueline ao meu lado facilita as coisas. O fato de jogarmos juntas há algum tempo também ajuda no entrosamento”, garante Sassá.

Já Jaqueline chama atenção para os dias em que uma das três não está bem. “Ter elas do meu lado gera tranqüilidade. O passe é um fundamento essencial para o grupo. Tem dias que uma não está tão bem e a outra acaba tomando uma posição maior na quadra. É bom ter essa segurança”, finaliza a campeão olímpica, eleita a melhor jogadora da final do ano passado vencida pelo Sollys/Osasco por 3 sets a 2.

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(SUPERLIGA) Regiane e Sassá: as únicas presentes nas últimas seis decisões

Regiane luta pelo quinto título da Superliga (Foto: Divulgação)

Sollys/Osasco e Unilver disputaram as últimas seis finais da Superliga Feminina 10/11. As ponteiras Regiane, do time carioca e Sassá, da equipe paulista, são as únicas jogadoras que estiveram presentes em todas as decisões. Neste SÁBADO (30.04), as atletas estarão mais uma vez em lados opostos para defender suas equipes na decisão da edição 10/11 do torneio, a partir das 10h, no ginásio do Mineirinho, em Belo Horizonte (MG). O jogo terá transmissão ao vivo da TV Globo e dos canais Sportv e Esporte Interativo.

A ponta Regiane participou das quatro conquistas consecutivas da Unilever na Superliga Feminina (05/06, 06/07, 07/08 e 08/09). Entre muitos momentos marcantes, a atacante tem uma recordação especial da final da temporada 06/07. Em seu primeiro ano atuando como titular, Regiane terminou a decisão como a maior pontuadora da partida, com 30 acertos. Naquela final, a Unilever venceu o Sollys/Osasco, que na ocasião se chamava Finasa/Osasco, por 3 sets a 2.

“Lembro muito daquele jogo. Tive uma sequência muito boa de saques e nós viramos o placar. Aquela temporada foi positiva para mim. Ganhei a posição de titular e aprendi bastante com um grupo experiente”, diz a jogadora.

Para Regiane a partida deste sábado representa mais um capítulo de uma das grandes rivalidades do voleibol brasileiro. “É um jogo difícil entre times que se conhecem bem. Será briga de cachorro grande. Quem estiver melhor no dia, levará o título. Espero que tudo funcione bem para nosso grupo”, afirma a atleta.

Do outro lado da quadra, a mineira Sassá defenderá o Sollys/Osasco pela terceira vez consecutiva. Antes, a ponteira subiu ao lugar mais alto do pódio três vezes com a camisa da Unilever (05/06, 06/07 e 07/08) e uma com a do Sollys/Osasco (09/10).

Ponteira Sassá joga sua primeira final no ginásio do Mineirinho (Foto: Divulgação)

Pela primeira vez, Sassá jogará no Mineirinho. Por isso, este momento tem tudo para ser especial, assim como os quatro títulos da Superliga conquistados.

“Todos tiveram sabores diferentes, sem querer desmerecer os vice-campeonatos que também foram importantes para o meu crescimento”, explica a jogadora, que terminou como a maior pontuadora da final da temporada 07/08, com acertos. Naquele ano, Sassá defendia o time do Rio de Janeiro, que venceu o Finasa/Osasco, por 3 sets a 1.

Na sétima decisão seguida da competição, Sassá espera novamente um confronto marcado pelo equilíbrio. “Como mineira é muito legal jogar a minha primeira final no Mineirinho. São duas grandes equipes com jogadoras que são amigas pelos anos de convivência, tanto na seleção quanto em clubes. A adrenalina estará alta mais uma vez e espero que o título venha para o nosso lado”, finaliza Sassá.

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sexta-feira, 11 de março de 2011

(SUPERLIGA) Sassá é duvida para partida contra Usiminas

Vice-líder da Superliga, o Sollys/Osasco espera não repetir o resultado do turno contra a Usiminas/Minas. Na última rodada, a equipe paulista derrotou o BMG/Mackenzie por 3 sets a 0. Para o próximo duelo, o técnico Luizomar de Moura sabe das dificuldades que a equipe terá pela frente e lembrou a força do adversário quando joga em casa.

“Perdemos para a Usiminas/Minas no primeiro turno e sabemos dos valores e da força que elas têm quando jogam em seu ginásio. No entanto, nosso time está motivado e buscará a vitória, que nos manterá na briga pelas primeiras colocações”, avalia Luizomar de Moura.

O treinador não sabe se poderá contar com a ponteira Sassá. A campeã olímpica se recupera de uma inflamação no joelho esquerdo, que a deixou de fora do último confronto. A ponteira Samara jogou em seu lugar. “A Sassá está em tratamento e passará por uma avaliação para saber se terá condições de jogo ou não”, explica Luizomar.

O duelo contra a Usiminas/Minas será o último jogo da equipe paulista fora de casa na fase classificatória da Superliga. Os dois últimos desafios das atuais campeãs serão contra o Macaé Sports e a Unilever.

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sábado, 13 de novembro de 2010

(MUNDIAL) Destaque na reação brasileira, Sassá admite: "Fiquei um pouco nervosa"

Sassá e Fabíola se abraçam (Foto: Divulgação)

Na primeira metade do terceiro set, com a partida muito equilibrada, Zé Roberto fez uma substituição que mudou a cara do jogo. Percebendo que Jaqueline não estava em seu melhor momento, o treinador sacou a ponteira e colocou Sassá em quadra. A atacante teve atuação brilhante e foi fundamental para a vitória brasileira.

“Fiquei um pouco nervosa, mas sabia que tinha que entrar bem. Consegui fazer a minha parte em um momento em que a equipe precisava de mim. Tudo deu certo e estou muito feliz. Passar dessa semifinal foi um sonho. Conseguimos reverter uma situação muito difícil. Agora estamos em mais uma final. Será um jogo muito complicado, mas vamos buscar o título”, disse Sassá, que ganhou elogios do chefe após a atuação na semifinal.

“Sempre me dediquei muito à preparação da Sassá. Sabia que em uma hora difícil ela poderia ajudar bastante. Ela é calma, tranquila, cadencia o jogo. A Sassá entrou muito bem e conseguimos uma reação muito importante”, afirmou Zé Roberto.

Jaqueline ressaltou a importância do grupo nos momentos decisivos. “Foi um jogo de superação. O Japão é uma grande equipe. Sofremos um pouco nos dois primeiros sets, mas o grupo foi muito especial. Mostramos que a equipe é formada por 14 jogadoras e não apenas pelas seis titulares. Quando uma não está bem, a outra entra e assume a responsabilidade. Ter um grupo forte faz a diferença”, emendou Jaqueline.

“Foi uma vitória de pura superação. As japonesas jogaram muito bem, mas sempre acreditei que podíamos virar. O time não estava jogando mal nos primeiros sets, mas faltava dar algo mais. Começamos a jogar com mais agressividade e alegria e o jogo fluiu. Foi uma grande vitória”, comemorou Sheilla.

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