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terça-feira, 3 de julho de 2012

(OUTROS) Fofão atrai atenção e curiosidad​e das crianças durante festival de vôlei no Rio

Fofão se diverte com as crianças em Festival (Foto: Adriana Lorete/Compartilhar

Muitas das cerca de 200 crianças que participaram do Festival de Mini Vôlei, do projeto Vôlei em Rede, nunca viram em ação a levantadora Fofão, dona de três medalhas olímpicas. Mas vibraram ao saber que a medalhista de ouro em Pequim/08 estava ali, no último sábado (30/6) pela manhã, na Vila Olímpica da Gamboa, dividindo a quadra com eles. Fofão, muito à vontade ao lado das demais jogadoras da Unilever, Roberta, Amanda, Mara e Bruna, disse que quer encontrá-los mais vezes e que espera contar com todos na torcida Unilever durante a Superliga 2012/13.

"É a primeira vez que participo de um evento do projeto Vôlei em Rede e estou feliz por estar aqui. Gosto de ver que vocês estão envolvidos com o esporte. Espero que a gente possa se encontrar com freqüência durante a temporada. Torçam pela gente na Superliga", convocou a levantadora, que além do ouro em Pequim, conquistou o bronze nos Jogos de Atlanta/96 e Sydney/00.

Fofão também confessou, durante o encontro e o bate-papo com a garotada, que está ansiosa para disputar o Campeonato Carioca. "É um título que não tenho, já que nunca joguei no Rio. Quero conquistá-lo", afirmou.

Na plateia, crianças como o pequeno Caio Campos Peçanha da Silva, de 11 anos, estudante da escola Alcides Gaspari, curtia o privilégio de estar lado a lado com uma campeã olímpica. "Sabia que ela era uma atleta profissional, mas não conhecia a história de sua carreira", disse, surpreso.

O Festival de Mini Vôlei reuniu crianças do projeto Vôlei em Rede dos núcleos de Coelho Neto, Higienópolis, Inhaúma, Rio Comprido e Tijuca, com o objetivo de proporcionar um momento de integração, alegria e descontração a seus intregrantes. O projeto Vôlei em Rede faz parte do programa socioesportivo do Instituto Compartilhar, do qual o técnico Bernardinho é diretor presidente, e tem o objetivo de oferecer a crianças e adolescentes a oportunidade da prática do voleibol. No Rio de Janeiro, cerca de 920 vagas são oferecidas a crianças e adolescentes em dez núcleos localizados em escolas municipais. Outras cidades que recebem este projeto são: Campinas/SP, Casa Branca/SP, Natal/RN e Protásio Alves/RS.

As levantadoras Fofão e Roberta, a ponteira Amanda, a oposta Bruna e a meio-de-rede Mara seguem treinando diariamente na Escola de Educação Física do Exército, na Urca, zona sul do Rio de Janeiro. A líbero Juju Perdigão completa o grupo da Unilever que está à disposição dos assistentes técnicos Hélio Griner e Ricardo Tabach, na fase inicial de preparação da equipe carioca para a busca do octacampeonato brasileiro.

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quinta-feira, 26 de abril de 2012

(MERCADO) Unilever renova contrato com Natália, Roberta e Mara

Natália segue na Unilever para próxima temporada (Foto: Daniel Ramalho/adorofoto)

A torcida carioca já pode comemorar.  Depois de ser contratada na última temporada e não poder jogar, devido a uma cirurgia na canela esquerda, a ponteira Natália vai permanecer na equipe Unilever em 2012/13 e espera, ansiosa, o momento de vestir a camisa do time do Rio. A renovação dos contratos de Natália, que é natural de Ponta Grossa (PR), da levantadora curitibana Roberta e da meio-de-rede mineira Mara foi divulgada nesta quinta-feira (26/4).

"O meu objetivo sempre foi treinar com o Bernardo, o que acabou não acontecendo. Estou louca para entrar em quadra, defender a Unilever e retribuir o carinho da torcida carioca, que meu acolheu muito bem. A Comissão Técnica do time foi muito importante nesse período de recuperação. Foram profissionais dedicados em todos os momentos. Só tenho a agradecer", comemora Natália, que já está adaptada à rotina do Rio de Janeiro.

"Não tem como não gostar dessa cidade maravilhosa. Já conheço bastante lugares, mas ainda não consegui ir ao Cristo Redentor. Tenho toda uma temporada pela frente para fazer isso", brinca.

Depois de passar por uma primeira cirurgia, em junho de 2011, para a retirada de um tumor benigno na canela esquerda, Natália precisou ser novamente operada, pois o tumor acabou voltando - uma recidiva, de acordo com a explicação médica. A nova intervenção, no mesmo local, ocorreu no dia 20 de dezembro. Desde então, já com a equipe Unilever, a jogadora passou pela maior parte de seu processo de recuperação, sempre acompanhada pelo médico da equipe, Dr. Ney Pecegueiro, e pelo fisioterapeuta Guilherme Tenius, o Fiapo. No dia 6 de março deu adeus às muletas e iniciou um trabalho de deslocamento em quadra.

"No início de maio, tenho nova revisão médica. Por enquanto, ainda não posso saltar e continuo o trabalho de defesa e passe", explica. A jogadora, no momento, está concentrada no no Aryzão, Centro de Desenvolvimento do Voleibol, em Saquarema (RJ), visando à disputa dos campeonatos pela seleção brasileira.

As negociações com as demais jogadoras vão se estender ainda durante os meses de abril e maio - todas têm contrato até o dia 31 de maio. Além de Natália, Roberta e Mara, já foram confirmadas no time a líbero Fabi e a meio-de-rede Juciley.

A Unilever tem a equipe heptacampeã da Superliga Feminina de Vôlei, a mais vencedora da história da competição. Na edição 2011/12, o time carioca conquistou o vice-campeonato. A equipe também soma em seu currículo nove títulos estaduais, os últimos oito deles consecutivos.

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sexta-feira, 21 de outubro de 2011

(PRÉ-TEMPORADA) Roberta, da Unilever, revive o início da carreira com crianças de projeto social, no Rio

Fernanda e Roberta (D): exemplo de que projetos sociais podem projetar jogadoras

Inevitavelmente, um filme passou pela cabeça de Roberta, jogadora da Unilever, nesta quinta-feira (20/10). Ao lado da ponteira Amanda, a levantadora participou de um encontro com cerca de cem alunos do projeto Vôlei em Rede, do Instituto Compartilhar, na Escola Municipal Alcide de Gasperi, em Higienópolis, zona norte do no Rio de Janeiro. Cercadas pela garotada, Roberta e Amandinha bateram bola e conversaram com todo mundo. Para Roberta, de 21 anos, o encontro teve um "gostinho de infância". A levantadora começou a jogar vôlei aos 8 anos, em Curitiba, sua cidade natal, no Programa Esporte Cidadão, também coordenado pelo Instituto Compartilhar, que é dirigido pelo técnico Bernardinho.

"É tudo igualzinho como na minha época. A única diferença é que lá o projeto funcionava no Tarumã, um local fechado. Aqui, a quadra é aberta. Mas a curiosidade e a euforia das crianças são as mesmas. Lembro que adorava quando alguém do time adulto ia conversar com a gente", conta Roberta, que hoje, na Unilever, joga ao lado de grandes nomes do vôlei nacional, como Sheilla, Fabi, Fernanda Venturini, Natália, Mari e Valeskinha.

Campeã nacional pela Unilever na última temporada, Roberta se considerara um "exemplo vivo" de que os projetos sociais podem projetar jogadores de alto nível. "O principal é acreditar, buscar, levar o esporte a sério. Vemos aqui meninas bem altas que, no futuro, poderão estar em grandes equipes, como eu", comentou, timidamente. Na conversa com as crianças, confessou que seu sonho é chegar à seleção brasileira principal. "Hoje, vejo que é um sonho possível. Trabalho cercada por profissionais competentes e vou lutar muito para concretizar esse meu objetivo", garantiu Roberta, que em agosto sagrou-se campeã da Universíade.

Bem à vontade com as crianças, a ponteira Amanda, de 23 anos, natural de Natal (RN), procurou mostrar a importância do esporte associado aos estudos. Uma das jogadoras com mais tempo de casa na Unilever, ela lembrou que, quando chegou à equipe, aos 16 anos , recebeu muito incentivo para não parar de estudar. "Graças ao apoio de toda a comissão técnica e dos meus pais, terminei o colégio e, no ano que vem, espero concluir a faculdade de Administração de Empresas", contou a também campeã da Universíade em 2011. "Olha só como estudar é bom... Imagina você ser uma jogadora, viajar pelo mundo e saber um pouco da história dos países por onde passa. Isso é muito legal", incentivou.

Na plateia, os alunos não paravam de fazer perguntas. Crianças como Quézia de Souza , de 13 anos, e Vítor Hugo Pereira, de 14, ficaram empolgados com a possiblidade de assisitir aos jogos da Superliga na próxima temporada, na torcida Unilever. "Sou fã do Bernardinho e pesquisei sobre ele no Google", contou Vítor. Quézia, por sua vez, confessou que gosta mesmo é da líbero Fabi. "Acompanho as partidas da seleção pela TV para torcer por ela", finalizou.

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Foto: Divulgação

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

(OUTROS) Jogadoras da Unilever encontram atletas mirins do Instituto Compartilh​ar

Amanda (foto) e Roberta visitam instituto nesta quinta-feira (Foto: Divulgação)

Jogadoras da equipe Unilever, heptacampeã da Superliga, a levantadora Roberta e a ponteira Amanda viverão uma experiência diferente nesta quinta-feira (20/10). As duas atletas visitarão, às 14 horas, os alunos do Núcleo Higienópolis - Rio/RJ do projeto Vôlei em Rede, do Instituto Compartilhar, dirigido pelo técnico Bernardinho. Durante o encontro, na Escola Municipal Alcide de Gasperi, Roberta, de 21 anos, e Amanda, de 23, que também começaram a carreira em projetos sociais, estarão frente a frente com cerca de cem crianças, procurando incentivar a prática esportiva em conjunto com os estudos. A Unilever, além de patrocinadora da equipe, é uma das empresas parceiras do Instituto Compartilhar nos núcleos do projeto no Rio de Janeiro.

Segundo Roberta, que começou no vôlei no Programa Esporte Cidadão, em Curitiba (PR) em 1998, também coordenado pelo Instituto Compartilhar, vai ser muito bacana o contato com as crianças. "Eu hoje tenho a oportunidade de treinar com algumas das principais jogadoras do país e sei bem o quanto é importante para quem está começando o contato com atletas que iniciaram em projetos e conseguiram seguir carreira. Tomara que a nossa visita aumente a vontade deles de um dia chegar onde nós estamos", destaca.

Amandinha, que cursa a faculdade de Administração de Empresas, incentiva a parceria estudo/escola. "Cheguei à Unilever aos 16 anos e nunca deixei de estudar, sempre com a ajuda da comissão técnica. Deixava de treinar de manhã, só treinava à tarde para poder estudar e terminar o último ano do colégio", lembra.

Os Núcleos Rio/RJ atendem a cerca de 900 crianças e adolescentes de dez escolas municipais desde 2010 e são uma parceria entre o Instituto Compartilhar e a Prefeitura do Rio de Janeiro por meio da Secretaria Municipal de Educação. Todos os núcleos levam o nome do bairro onde estão localizados. São eles: Bonsucesso, Coelho Neto, Engenho da Rainha, Higienópolis, Ilha do Governador, Inhaúma, Penha, Rio Comprido, Taquara e Vila Isabel.

O Instituto Compartilhar foi fundado em 2003, pelo técnico de vôlei Bernardinho, desde então seu diretor-presidente. Criado com a missão do desenvolvimento humano por meio do esporte, atende aproximadamente 5 mil crianças e adolescentes em quatro projetos socioesportivos. As aulas são realizadas seguindo a Metodologia Compartilhar de Iniciação ao Vôleibol, desenvolvida pela entidade, que facilita o aprendizado da modalidade e os alunos são orientados pelos professores a assimilar conceitos de cidadania, experimentando valores como cooperação, responsabilidade, respeito e autonomia, além de superação e autoestima. Há ainda um programa educacional que dá suporte às atividades socioesportivas.

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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

(PRÉ-TEMPORADA) Campeões da Universíad​e retomam treinos na Unilever


Hélio Griner e mais cinco jogadoras conquistaram o título na China (Foto: Divulgação/CBDU)

Ainda embalados pelo título da Universíade, conquistado no último domingo (21/8), na China, o assistente-técnico Helio Griner, a levantadora Roberta, as ponteiras Amanda e Régis, a meio-de-rede Ana Carolina e a oposta Ju Nogueira retomam nesta segunda-feira (29/8) os treinos da Unilever na Escola de Educação Física do Exército, na Urca, zona sul do Rio de Janeiro, com a certeza de que a temporada está começando de maneira positiva.

"Já conseguimos um importante objetivo, que era o ouro na Universíade. Agora, é focar no time, no calendário que teremos pela frente, incluindo a Superliga. Temos gás para treinar ainda mais forte", garante a campeã Amanda. "Daqui a pouco, contaremos também com as jogadoras da seleção principal, que certamente vão voltar com outras importantes conquistas. Pouco a pouco, o time da Unilever vai se reunindo."

Amanda completou 23 anos na China (16 de agosto), justamente no dia do jogo contra a Itália. "A vitória sobre as italianas por 3 a 0 foi um grande presente. Em 2009, fomos eliminadas da Universíade pela Itália. Agora, demos o troco", conta Amanda, que cursa o 3º ano de Administração de Empresas.

Na China, a levantadora Roberta teve a oportunidade de dar um grande passo antes do início da temporada no clube, atuando como titular. "Tive o privilégio de jogar com algumas atacantes bem experientes e fico feliz de ter contribuído para o sucesso do grupo", comenta a jogadora, de 21 anos, uma das mais jovens da seleção universitária e da Unilever. "Fora o crescimento como jogadora, o ouro na Universíade nos dá ainda mais motivação para brigar por mais um título nacional", acrescenta Roberta, medalhista de bronze no Mundial Juvenil do México, em 2009.

Para o assistente-técnico Helio Griner, que comandou a seleção brasileira feminina de vôlei na China, e para a ponteira Régis, a festa foi dobrada, com o segundo título internacional em menos de 30 dias - os dois foram campeões dos Jogos Mundiais Militares no dia 23 de julho. Na ocasião, Helio foi o treinador da seleção brasileira militar.

"Por causa dos Jogos Mundiais Militares, tivemos pouco tempo para nos prepararmos para a Universíade. Em contrapartida, muitas das meninas já estavam em ritmo de competição, como a Régis, o que foi um diferencial em relação à temporada 2009, em que ficamos em décimo lugar", avalia Griner. "A competição foi equilibrada e voltamos com a sensação do dever cumprido, prontos para novos desafios."

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terça-feira, 7 de junho de 2011

(PRÉ-TEMPORADA) Roberta começa temporada motivada pela presença de Fernanda Venturini na Unilever

Roberta: "Cresci tendo a Fernanda como exemplo" (Foto: Adorofoto/Divulgação)

A ídolo Fernanda Venturini já faz parte do passado para a levantadora Roberta Ratzke. A partir desta semana as duas começaram juntas os treinos com bola pela Unilever, início de preparação para a temporada 2011/2012 do vôlei feminino de clubes. Um rápido filme passou, inevitavelmente, pela cabeça da jovem paranaense de 21 anos. Afinal, ela estava dividindo a quadra do ginásio da Escola de Educação Física do Exército, na Urca, com Fernanda, a quem aprendeu a admirar desde os 8 anos, quando começou no projeto social da Unilever, em Curitiba. Era o ano de 1998 e, na época, Fernanda Venturini era titular da equipe, que tinha o nome Rexona.

"Eu catava bola para o time. Cresci tendo a Fernanda como um exemplo. Agora estou na equipe que tem o melhor técnico do mundo, o Bernardinho, e também uma das melhores levantadoras de todos os tempos. Isso não parece um sonho?", questionou Roberta.

E quando os assistentes de Bernardinho, Helio Griner e Ricardo Tabach, deram início às atividades, Roberta percebeu o tamanho da responsabilidade. "A Fernanda declarou em entrevistas que uma das motivações para ela voltar a jogar foi justamente colaborar para o meu aperfeiçoamento. Posso garantir que vou treinar em dobro. Vou dar tudo de mim", comentou Roberta, que disputa sua segunda temporada pela equipe Unilever.

Fernanda Venturini, de 40 anos, por sua vez, demonstrava felicidade após quase uma hora de treino. A jogadora, que refez planos pessoais para atender ao convite do técnico da Unilever, Bernardo Rezende, com quem está casada desde 1999 e tem duas filhas, Júlia e Vitória, disse estar recebendo muito incentivo dos torcedores nas ruas. "As pessoas têm me parado para dizer que estão torcendo por mim e que vão assistir aos jogos. O carinho tem sido enorme. Agora é pegar ritmo de treinamento, já que fisicamente estou bem preparada", afirmou Fernanda, que é tricampeã da Superliga com a Unilever (1997/98, 1999/00 e 2005/06) e soma em seu currículo 12 títulos nacionais.

Segundo Fernanda, além do fato de ajudar a Roberta, o que pesou em seu retorno às quadras foi a alegria de ter as filhas assistindo às suas partidas. "A Vitória tem esse nome por causa da vida vitoriosa que tanto eu quanto o Bernardo tivemos. Tenho saudade da adrenalina dos jogos, dos momentos decisivos."

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segunda-feira, 9 de maio de 2011

(MERCADO) Após Sheilla, Mari e Juciely, Unilever renova com mais quatro jogadoras

Quarteto segue na Unilever para a próxima temporada (Foto: Montagem/Divulgação)

Os torcedores da equipe Unilever têm bons motivos para comemorar. A oposta Sheilla, campeã olímpica em Pequim/2008, melhor atacante e principal pontuadora da última Superliga, permanece no time carioca para a temporada 2011/12. A ponteira Mari, mais uma medalhista em Pequim, e a meio-de-rede Juciely, eleita o melhor bloqueio da Superliga, também seguem na equipe.

Na semana passada, a líbero Fabi, outra campeã olímpica e melhor defesa da Superliga, já havia sido confirmada no time para a próxima temporada. Assim, a Unilever já assegurou a permanência de quatro das titulares que participaram da conquista do heptacampeonato pela equipe carioca.

Segundo o supervisor da equipe, Harry Bollmann, também já estão confirmadas no time as jogadoras Roberta (levantadora), Juliana Nogueira (oposta), Juju Perdigão (líbero) e Mara (meio-de-rede). As negociações com as demais atletas vão se estender pelo mês de maio - os contratos terminam no dia 31.

"O mercado está agitado com a chegada do Sesi, que está buscando contratações para a formação de sua equipe feminina, o que é natural e previsível", comentou o supervisor, acrescentando que a montagem de um time pode ser comparada a um grande quebra-cabeça. "É preciso pensar com calma e estrategicamente. Além de levar em conta os fatores financeiro e técnico, também precisamos nos adequar ao renqueamento das jogadoras, estabelecido pela Confederação Brasileira de Vôlei (CBV). E aí, sim, ver onde cada peça se encaixa", explicou Harry.

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sexta-feira, 29 de abril de 2011

(SUPERLIGA) Aniversariante, Suelle avisa: "Posso ganhar meu presente atrasado"

Ponteira Suelle completou 24 anos nesta sexta-feira (Foto: Divulgação)

Suelle é fruto do projeto social da Unilever. Em 1997, começou a carreira na equipe, que naquela época ainda tinha Curitiba como sede. Na temporada 10/11, voltou ao time que a revelou e disputará a primeira final com a camisa da Unilever. Nesta sexta-feira (29.04), Suelle completa 24 anos e confessa que quer o presente de aniversário atrasado. Para a ponteira, a vitória do time carioca sobre o Sollys/Osasco na decisão da Superliga Feminina 10/11 será o melhor presente que poderia receber.

“Já avisei que posso ganhar meu presente atrasado. Esta é a primeira vez que passo meu aniversário dentro de quadra, treinando. Antes, eu sempre estava de férias e passava com a minha família. Desta vez, estou comemorando ao lado da minha segunda família”, diz a jogadora, de 24 anos.

Suelle começou a jogar voleibol com apenas 10 anos, em Curitiba. Depois de 14 anos, a jogadora realiza seu maior sonho. “Sempre sonhei em jogar uma decisão de Superliga no time que comecei. Agora este sonho virou realidade. Espero que essa realidade termine muito bem”, revela Suelle, que afirma que vive o melhor momento de sua carreira. “Estou muito bem, mas quero evoluir. Quero continuar aprendendo com o Bernardo, um excelente técnico, e com as meninas que têm uma grande experiência”.

Suelle já disputou duas finais de Superliga. Nas temporadas 07/08 e 08/09, defendia o time de Osasco e perdeu os dois campeonatos justamente para a Unilever. “Jogar uma final é sempre bom. O gostinho da prata é meio amargo. Quero ter a chance de sentir o gostinho do ouro”, diz Suelle.

A Superliga 10/11 foi um grande desafio para a jogadora. Além de retornar ao time que a revelou, Suelle teve a missão de ser a substituta da campeã olímpica Mari, que realizou uma cirurgia no joelho direito e só retornou ao time titular no fim do returno. “Foi uma grande responsabilidade. Substituir uma campeã olímpica não é simples. Fiquei feliz porque pude ajudar a equipe e mostrei que tinha condições de manter o nível da equipe”, diz Suelle.

No fim do treino da manhã desta sexta-feira, Suelle ganhou um bolo de aniversário e um cordão de uma fã. Quem também ganhou os mesmos presentes foi a levantadora Roberta, que completou 21 anos na quinta-feira (28.04).

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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

(PRÉ-TEMPORADA) Roberta, reserva de Dani Lins, já sente evolução na Unilever


Ter a responsabilidade de ser a reserva da levantadora Dani Lins não é tarefa fácil. Mas a jovem paranaense Roberta Ratzke, de 20 anos, contratada pela equipe Unilever para ser a substituta imediata de Dani, confia em seu potencial. Desde junho, quando tiveram início os treinamentos na Escola de Educação Física do Exército, na Urca, zona sul do Rio de Janeiro, a jogadora recebe atenção especial dos assistentes-técnicos Helio Griner e Ricardo Tabach, que, assim como o técnico Bernardinho, foram levantadores.

"Estou cercada de profissionais que entendem profundamente da posição. Já sinto uma enorme evolução nas bolas de entrada de rede, nas quais tinha mais dificuldade. Consigo trabalhar essas bolas com mais precisão e força. Pouco a pouco, começo a me soltar em quadra, estou mais calma e segura para executar as instruções da comissão técnica. É um crescimento gradual", afirma Roberta, que começou a jogar vôlei na Escolinha do Projeto Esporte Cidadão, antes chamado de Projeto Rexona, em 1998, em Curitiba.

Bastante exigida nos treinamentos, Roberta diz sentir um "cansaço bom", que está rendendo bons frutos. "Diariamente, quando acabo o treinamento, procuro lembrar o que errei. A comissão técnica está explorando cada dificuldade que sinto, sinalizando com tranquilidade cada erro. Isso é muito positivo" comenta Roberta, fã incondicional de Dani Lins, que conheceu recentemente, numa recente sessão de fotos do time.

"Eu tinha uma impressão distante da Dani. Para mim, ela era uma atleta da seleção, intocável. Nosso primeiro contato foi muito bacana. Ela é simpática, querida, e me deixou muito à vontade", conta.

Roberta, que mora em um apartamento alugado pela Unilever no Rio de Janeiro, ainda não conhece todos os principais pontos turísticos da cidade, mas já elegeu o píer da Lagoa como seu lugar preferido. "O astral de lá é muito bom", diz a levantadora de 1,85 m, medalha de bronze no Campeonato Mundial Juvenil, em 2009. "Conheço o peso da responsabilidade da minha posição. Particularmente, me cobro ter sempre o controle do jogo, levantar bolas precisas", confessa.

O assistente-técnico Helio Griner define Roberta como uma jogadora inteligente, que sabe ouvir, com potencial a ser trabalhado. Ele diz que ela tem uma boa bola de meio-fundo e lembra que o levantador precisa ter algumas qualidades específicas bem desenvolvidas, como sensibilidade, espírito de liderança, percepção técnica e confiança.

"A bola, salvo raras exceções, obrigatoriamente passa pelo levantador. Num jogo feminino, em que há menos força e mais defesa, sua importância cresce ainda mais. O jogo tem menos potência e quanto mais bem levantada a bola maior a chance de a jogada terminar em ponto", comenta Griner.

Segundo ele, não foi à toa que as equipes que tiveram as levantadoras Fernanda Venturini e a Fofão normalmente levaram vantagem nos campeonatos nacionais. "O levantador faz a diferença para o time."

Hélio também não tem dúvidas de que Dani Lins servirá como uma importante referência para a jovem Roberta. "A Dani também chegou ao time bastante nova. Ela é uma pessoa positiva, paciente, e vai ajudar muito a Roberta, que deve se espelhar em algumas de suas características, como técnica e vigor físico.

Dani Lins segue, até novembro, com a seleção brasileira para a disputa do Campeonato Mundial e só depois se junta à equipe Unilever para a Superliga.

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