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| Brasileiras já pensan nas cubanas (Foto: Divulgação) |
A seleção brasileira feminina de vôlei começou a segunda fase do Campeonato Mundial da mesma forma que terminou a primeira: com vitória. Neste SÁBADO (06.11), o time do técnico Zé Roberto superou a Tailândia por 3 sets a 0 (25/19, 25/19 e 25/16), em 1h08, no ginásio Nippongaishi, em Nagoya, no Japão. O Brasil buscará o sétimo triunfo na competição neste domingo, às 4h30 (de Brasília), contra Cuba.
“Fizemos um bom jogo. A Tailândia joga em velocidade e com bolas baixas. É o tipo de jogo que não é de bloqueio, mas de defesa. E fomos muito bem neste fundamento. A Jaqueline, por exemplo, fez quatro defesas impressionantes. Também fizemos um bom trabalho no saque. Gostei da atuação do time”, analisou Zé Roberto.
Se a ponteira Natália brilhou na última partida, contra a Itália, marcando 25 pontos em apenas três sets, hoje foi o dia da oposto Sheilla. Inspirada, a atacante terminou como a maior pontuadora na vitória sobre a Tailândia, com 21 acertos – 19 de ataque e dois de bloqueio.
“Hoje a Sheilla mostrou todo o seu repertório. Tirou da cartola inúmeras jogadas. Ela é muito habilidosa. Nos momentos de dificuldade, consegue arrumar um jeito de virar as bolas”, elogiou Zé Roberto.
“Há dias em que tudo dá certo. Hoje estava inspirada e consegui brincar um pouquinho no ataque. Mas jogar contra a Tailândia é sempre difícil. Elas são rápidas, se mexem muito. É um estilo de jogo diferente do que estamos acostumadas. Por isso, demoramos um pouco para nos adaptar no começo”, completou a campeã olímpica Sheilla.
Passada a vitória sobre a Tailândia, a líbero Fabi já estava com as atenções voltadas para o próximo desafio no Mundial. “A Tailândia é um time muito rápido. Demoramos um pouquinho para encaixar o bloqueio e a defesa. Mas depois acertamos e abrimos vantagem. Agora é malhar e treinar. Amanhã tem mais”, afirmou Fabi.
Por muitos anos, Cuba foi a principal rival do Brasil no voleibol mundial. Gerações passadas protagonizaram grandes jogos e polêmicas. Agora, a situação é outra. A seleção cubana está renovada e já não tem a mesma força. No entanto, para técnico e jogadoras da equipe brasileira, a rivalidade permanece inalterada.
“Jogar contra Cuba é sempre complicado. Esse time cubano está com jogadoras novas, mas a rivalidade é histórica. Será uma partida difícil. As provocações fazem parte do clima do jogo”, comentou Zé Roberto. “Temos de ficar atentos a Carcaces, que está fazendo um grande campeonato e ataca as bolas mais difíceis. A Sanchez comanda a equipe no bloqueio. Teremos de entrar concentrados”, completou o treinador.
Sheilla concordou com o chefe. “A seleção cubana não está tão forte quanto era antigamente, mas um jogo entre Brasil e Cuba sempre pega fogo”, disse a oposto.
Divulgação

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