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| Time de Santo André sedia a segunda rodada da Superliga B (Foto: Divulgação) |
Depois da chave A, é a vez das equipes do grupo B entrarem em quadra. A partir desta QUINTA-FEIRA (19.01), até SÁBADO (21.01), o ginásio Municipal Pedro Dell´Antonia, em Santo André (SP), receberá o segundo grand prix da Superliga masculina série B, que contará com as participações da Apav/Canoas (RS), Climed/Atibaia (SP), Clube do Remo/AABB (PA), além da equipe da casa. O campeão do torneio garantirá o lugar mais alto do pódio e uma vaga na elite do vôlei brasileiro: a Superliga 12/13.
O confronto entre APAV/Canoas e Climed/Atibaia abrirá o primeiro dia de disputas, a partir das 18h. Em seguida, às 20h, o Santo André jogará contra o Clube do Remo/AABB.
Dos quatro times, o Santo André é o mais experiente. A equipe do ABC paulista já esteve presente em 13 das 18 edições da categoria principal da Superliga. No comando do grupo desde 1999, o técnico Marcelo Madeira conta com o apoio do público local e aposta na união e rodagem do elenco para fazer a diferença em quadra.
“Vamos jogar em casa, então temos que iniciar bem e buscar as vitórias. Apesar das chuvas na cidade, espero que a torcida compareça. Estamos treinando desde junho, o grupo está entrosado e com bom ritmo de jogo (disputaram o Paulista e os Jogos do Interior). Os atletas estão motivados”, comenta o treinador, que falou, ainda, sobre a estreia contra o Clube do Remo/AABB.
“Temos um bom sistema defensivo e de bloqueio. A respeito do adversário, não temos informações, mas espero um jogo difícil contra os paraenses”, completa o técnico Marcelo Madeira.
Se o Santo André é o time com mais tradição neste torneio, o Clube do Remo é um dos maiores da região Norte do Brasil. Paulistas e paraenses não se conhecem e se enfrentam na primeira rodada.
“Não temos informações do adversário, assim como eles não têm sobre nós. Temos um bom passe e ataque. Vai vencer quem errar menos. O grupo está muito focado e a expectativa é a melhor possível”, diz o oposto do Cube do Remo/AABB, Marcelo, de 1,98m.
“É a primeira vez que uma equipe do Pará é convidada para participar de um campeonato desse nível e isso nos incentiva ainda mais a buscar o resultado positivo”, completa o atleta, com passagens pelas seleções brasileiras nas categorias infanto-juvenil e juvenil, além de equipes como São Caetano e Minas.
Campeão olímpico à frente do time gaúcho
Paulão, medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Barcelona (1992), é o treinador da equipe Apav/Canoas (RS). Estado com tradição na elite do voleibol nacional, o Rio Grande do Sul quer voltar a aparecer neste cenário. Para figurar novamente entre os principais times do país, o ex-central da seleção brasileira assumiu o desafio e garante que está motivado para desempenhar esta nova função. Paulão acredita no sonho de levar à equipe mais adiante na competição.
“É uma alegria muito grande retornar à quadra depois de anos e, agora, como treinador. Acho que essa emoção está contagiando o grupo e servindo como uma motivação a mais em busca do nosso objetivo principal, que é conquistar a vaga na Superliga 12/13”, revela Paulão, que comentou sobre a expectativa que tem sobre o grupo.
“Temos uma equipe muito competitiva e com jogadores experientes. Pela qualidade do time, e pelo investimento, esperamos fazer o nosso melhor. O elenco está vestindo a camisa do projeto e é nessa força do grupo que aposto”, completa o técnico do time gaúcho, que tem no elenco nomes como o ponteiro Roberto Minuzzi, o oposto Xanxa e o líbero Jeffe.
Adversário da APAV/Canoas, a Climed/Atibaia chega motivada para a disputa da Superliga B. A equipe de São Paulo teve uma boa participação no Campeonato Paulista, no qual terminou na quinta colocação e com vitória sobre o Sesi-SP. Apesar do bom desempenho, o levantador do time, Júlio, sabe que não encontrará facilidade, mas aposta na dedicação do grupo nos treinamentos.
“Estamos em uma chave bastante equilibrada, com equipes fortes. Não ganhou, não classifica. A base do grupo é jovem, mas todos estão motivados. Sabem que esse torneio é uma oportunidade para outros clubes observarem os novos talentos que podem surgir. Somos um time que treina muito forte e o jogo é o reflexo desse trabalho”, explicou o atleta, o mais experiente da equipe. “Espero que a minha experiência e a troca de informações com os mais novos possa dar resultado em quadra”, conclui o jogador de 42 anos.
Divulgação

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