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| Bloqueio é uma das armas do Sollys para parar o Vôlei Futuro (Foto: Fabio Rubinato/AGF) |
O Sollys/Nestlé enfrenta o Vôlei Futuro nesta sexta-feira, 20, às 18h30, no ginásio Plácido Rocha, em Araçatuba. Empatadas em 21 pontos com a líder Unilever, ambas as equipes lutam pela ponta da tabela na Superliga 2011/12. A equipe comandada pelo técnico Luizomar de Moura lidera a maioria dos fundamentos no ranking da CBV (Confederação Brasileira de Voleibol). As atletas do Sollys/Nestlé têm o melhor ataque, bloqueio, levantamento e recepção da competição nacional.
Segundo o comandante do Sollys/Nestlé, o confronto promete ser equilibrado. “É um jogo de grandes atletas dos dois lados. A tendência é de que seja uma partida bem estudada por ambas as partes, mas acredito bastante no diferencial que o grande atleta apresenta nesses grandes clássicos. Espero que as nossas atletas, mesmo estudadas, consigam fazer uma grande partida”, afirmou o técnico Luizomar de Moura.
A central Thaisa comentou sobre o empenho do dia a dia para que o bloqueio da equipe atingisse o topo do ranking da CBV. “Nós temos treinado bastante o bloqueio, principalmente a estratégia. Por exemplo, alguém vai fechar o meio, a outra irá marcar aqui, e a prioridade é essa marcação. Todo esse trabalho facilita bastante a nossa vida para bloquear. Nosso estatístico Fábio Simplício tem nos ajudado bastante e merece os parabéns. A comissão técnica nos diz quem recebe mais e em qual momento do jogo. Esse trabalho coletivo tem nos ajudado e por isso estamos liderando nesse fundamento”, analisou Thaisa.
Para a ponteira Ju Costa, é fundamental que a equipe se mantenha focada em todos os momentos da partida. “Nossa concentração será muito importante para fazermos o que foi pedido pela comissão técnica, tanto nos treinamentos quanto no que foi mostrado nos vídeos. Acredito que são detalhes que definem uma partida de alto nível”, declarou Ju.
Além disso, a atleta espera que a equipe repita a ótima atuação do jogo contra o Pinheiros. “Não podemos ter erros bobos, precisamos jogar sempre na excelência. É importante treinarmos essas situações do jogo, e isso temos feito bastante. Tivemos uma boa atuação na última partida e espero que possamos fazero mesmo em Araçatuba”, completou a jogadora.
“Nessa partida o bloqueio será muito importante, pois é um adversário que tem um forte ataque. Caso não consigamos o ponto no bloqueio, é importante a nossa marcação para que facilite o trabalho da nossa defesa”, declarou a central Thaisa. “A equipe do Vôlei Futuro está bem estudada, sabemos das suas virtudes e características, mas a qualidade técnica para sair desse jogo marcado pode ser um diferencial e espero que as nossas atletas tenham essa qualidade”, afirmou Luizomar.
Experiência para somar
Ainda sem poder contar com Fabiola – melhor levantadora da Superliga 2011/12, segundo o ranking da CBV – o Sollys/Nestlé terá à disposição para a partida desta sexta-feira, a experiente levantadora Margareth. “É uma jogadora que veio para nos ajudar nesse momento da contusão da Fabíola. É uma atleta bem experiente que acompanhou toda a evolução do voleibol e estamos respeitando esses anos que ela esteve parada. Ela veio para nos ajudar em um caso de emergência. Mas na convivência com as jovens atletas, tem se colocado muito bem. As palavras dela têm mexido muito com as atletas. A experiência da Margareth, os toques e a história de vida têm sido importantes nesse momento”, comentou o técnico Luizomar de Moura.
Mesmo surpresa, a jogadora de 42 anos aceitou o desafio está preparada para contribuir com o Sollys/Nestlé. “Vim para uma substituição excepcional. O Luizomar me convidou em dezembro, perguntando se poderia me colocar na lista das 18 jogadoras, porque a equipe tem de ter três levantadoras. Fiquei surpresa com o convite, mas ao mesmo tempo lisonjeada, pois sei o porte do patrocinador que é o Sollys/Nestlé. Estou afastada cinco anos, porém, atuo porque tenho uma escolinha, faço a minha parte física, sou uma pessoa muito regrada. Decidi aceitar porque infelizmente aconteceu a lesão da Fabiola. Fiquei com o grupo já em Belo Horizonte, mas a inscrição da CBV ainda não estava regularizada. Estou treinando e vou ficar até a recuperação total da Fabíola”, declarou Margareth, que em sua carreira sempre foi chamada de Eth.
Divulgação

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